De olho nos fiéis, igrejas incluem o metaverso em suas rotinas

O mundo está cada vez mais conectado e os avanços tecnológicos permitem uma interação real de qualquer lugar do planeta. O metaverso é o futuro da convivência remota e muitos segmentos já estão fazendo uso desse avançado sistema para se conectarem com diferentes públicos, como é o caso das igrejas.

Com a pandemia, os cultos tiveram que ser reinventados, pois as grandes multidões já não podiam se encontrar presencialmente.

A partir dessa remodulação, que não só agradou os fiés, mas também atraiu novos cristãos, que se identificaram com essa igreja mais moderna, chamando a atenção, principalmente, do público mais jovem.

A InpeaceApp tem desenvolvido sistemas no metaverso para Igrejas que querem estar atualizadas e presentes na rotina de seus membros.

“Estamos nos especializando em criar templos no metaverso, pois sentimos um mercado que está cada vez mais ligado e aberto a essas novidades”, conta Hudson Chamon, co-fundador da empresa.

A ideia não é só atrair os jovens, mas tornar a igreja mais acessível para difundir o evangelho de uma maneira mais efetiva e atingir grandes massas.

Hoje, com essa tecnologia, é possível participar do culto virtualmente, ouvir louvores e ainda interagir e encontrar os amigos por meio dos avatares.

“Várias igrejas de todo o mundo já possuem os seus templos no metaverso, que foram desenvolvidos pela InPeaceApp. Inclusive, alguns países que, infelizmente, não podem ter o evangelho pregado livremente encontraram no metaverso a segurança de poder orar e escutar a palavra de Deus”, revela Filipe Coelho, co-fundador da InPeaceApp.

O ambiente virtual também é usado para a arrecadação do dízimo, por meio de QR Codes, criar salas para atendimentos privados, células e ambientes exclusivos para os músicos.

Também é possível ofertar livros, eventos, incentivar o uso de hashtags para campanhas específicas e as crianças ainda podem ter um ambiente totalmente adaptado e interativo exatamente como feito em dia de culto presencial.

A ideia não é excluir os cultos convencionais e presenciais, mas abrir o leque de oportunidades para que as pessoas consigam se conectar mesmo sem sair de casa.

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