Edtech prepara profissionais para o futuro do trabalho e mira investimento

Focada no desenvolvimento de capacidades ligadas à inovação e habilidades humanas, a B.NOUS nasceu com um grande desafio: revolucionar a aprendizagem e preparar pessoas e empresas para o futuro do trabalho.

A mente por trás da edtech é Isabela Jabor, uma consultora de educação apaixonada por conhecimento e inconformada com a desigualdade social e educacional no Brasil.

Após cerca de 8 anos atuando no setor educacional, com ampla experiência, passando por consultoria, setor público e startups, entendeu que a educação é uma potente plataforma de transformação e mobilidade social com capacidade para grandes mudanças, inclusive na desigualdade do país.

Ela também percebeu que o mundo vive uma mudança no mercado de trabalho com grandes revoluções tecnológicas e digitais, o que reforça a necessidade do desenvolvimento de competências humanas para que pessoas e empresas se adequem e se mantenham relevantes nessa nova dinâmica de negócio, que é o futuro das organizações. 

Desde a sua criação, a empresa tem como principal objetivo oferecer à educação corporativa e ao mercado de trabalho o que falta: a concretização do lifelong learning, com foco em habilidades humanas e o uso estratégico dos dados de carreira e aprendizagem, visando potencializar a inovação e a diversidade nas empresas. 

“A B.NOUS é uma plataforma de gerenciamento e aprimoramento de habilidades comportamentais, que impulsiona a transformação da força de trabalho. Ajudamos empresas a medir e analisar com precisão dados de competências e lacunas e criamos trilhas de conhecimento personalizadas para que os colaboradores atinjam seu potencial máximo na organização”, explica.

Por meio da ferramenta de inteligência SkillMap, os colaboradores são avaliados em 12 habilidades importantes para o profissional do futuro, dando para a empresa dados relevantes para que tenha como tomar decisões de treinamento e desenvolvimento mais assertivas, gerando mais valor para o negócio e economizando recursos.

A edtech está em pleno desenvolvimento e trabalha para, até o final deste ano, captar sua primeira rodada de investimentos.

“Queremos expandir nosso time e adotar tecnologias fundamentais para sairmos de um faturamento de R$ 250 mil, que é o previsto para esse ano, e bater os E$ 3 milhões em 2023”, conclui a empresária.

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