Fintech aposta em team building para engajar times

O modelo desenvolvido por meio de dinâmicas leva em consideração as individualidades das pessoas e promove o fortalecimento das relações de times e o engajamento deles com a empresa estabelecer vínculos confiáveis que gerem engajamento entre líderes e colaboradores é um dos lemas da cultura da inovação.

Caminhar junto vai além de estar ao lado, a expressão pode traduzir uma equipe focada em um mesmo propósito, o objetivo do negócio.

Ser criativo em um ambiente seguro e livre possibilita o desenvolvimento de grandes marcos corporativos e até disrupção de mercado.

Estimular competências que se completam, promover o respeito entre as diferenças, sem espaços para conflitos estão entre as histórias bem sucedidas de grandes empresas.

Na busca pela promoção da integração, alavancando os níveis de confiança, lealdade e transparência, a Foregon ativou o team building.

As práticas, desenvolvidas desde o último trimestre, seguem um ciclo de reuniões e dinâmicas em grupos, fomentando estímulos iniciados pela alta gestão, com desdobramentos para as lideranças das áreas, com o apoio do time.

“É através da familiaridade e dos objetivos em comum, que nos relacionamos e colaboramos durante a faculdade, na igreja, ou até no trabalho presencial. De forma orgânica, interagimos, ganhamos intimidade e fazemos amigos. Eu mesmo tenho grandes amigos que fiz por onde passei. Contudo no home office esse processo precisa ser estimulado e conduzido de forma intencional por todo líder que deseja ter um time engajado, motivado e comprometido” explica Israel de Castro, head de marketing.

Através das dinâmicas semanais, expectativas, metas e propósitos de times multidisciplinares são discutidos e alinhados. E, junto a metodologia de OKRs, foram garantidos foco e concentração de energia nos objetivos do negócio, com profissionais cada vez mais colaborativos e participantes.

“As cerimônias ganham expressividade e dinamismo com a implantação de ferramentas como os acordos de trabalho e boas práticas que juntas diminuem os impactos das urgências na operação, além de prover, em muitos momentos, descontração por conhecer de verdade o colega do outro lado da tela” complementa Vivian Maldonado, analista de operação.

Um estudo sobre a importância da felicidade no trabalho realizado pela Universidade da Califórnia apontou, entre os resultados, que os colaboradores felizes são 31% mais produtivos, 3 vezes mais criativos e vendem 37% mais.

Estar feliz no trabalho também é um dos benefícios medidos durante a jornada de certificação do selo GPTW. Um reconhecimento para empresas que adotam medidas para cuidar dos colaboradores, alcançando um índice de confiança acima de 70 pontos na pesquisa de clima organizacional.

Um cenário que acaba de certificar a Foregon como a melhor empresa para trabalhar do interior paulista na categoria pequeno porte.

“Pessoas felizes e engajadas produzem mais e fazem a diferença. No trabalho não é diferente. Percebo que as pessoas se sentem mais motivadas para trabalhar e o clima nas reuniões é mais leve e animado, e mesmo diante de desafios ou mudança de rotas, os ajustes são executados de forma mais tranquila e rápida, entre os times onde ativamos os processos de team building”, conclui Israel.

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