As transformações causadas pelos apps em setores como a construção civil

Por Nicolas Scridelli, CEO de habitissimo.

O mercado se transformou rapidamente devido ao acesso às novas tecnologias, principalmente por meio dos aplicativos. Se refletirmos, podemos ver o quanto nosso cotidiano mudou depois que os aplicativos foram criados. Hoje temos acesso a bancos, mercado, farmácia, restaurante, academia, despachante e até mesmo aplicativos que viabilizam a contratação de profissionais da construção civil. 

As inovações feitas pelas startups ou mesmo grandes empresas, e que chegam aos clientes por meio dos aplicativos, proporcionam a criação de produtos e serviços com maior eficiência. O sistema gera também novas necessidades de consumo ampliando assim o mercado. Os aplicativos mudaram a forma de consumir e de se conectar com o próximo, melhorando toda a funcionalidade da sociedade.

Segundo publicação da Agência Brasil, o download anual de aplicativos cresceu 45% nos últimos três anos, colocando o país como 3º com o maior número de pessoas que passam mais tempo em aplicativos. Os brasileiros também são os que mais acessam apps de bancos e compras, de acordo com a pesquisa da consultoria App Annie.

Mas a tecnologia é um meio e não um fim, ou seja, por trás disso, temos ferramentas que permitem que os negócios ganhem escala, reduzam custos e principalmente democratizem o acesso daquilo que era restrito a poucos indivíduos. Olhando para os serviços de reforma e manutenção no setor da construção civil, tivemos a mudança de alguns processos que antes eram feitos de maneira tradicional. Um profissional de obra que antigamente passava o dia se deslocando para fazer orçamentos e negociar com clientes, hoje consegue fazer tudo por meio de aplicativos, de forma rápida e ainda mais profissional.

Em julho, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou que o PIB da construção civil teve alta de 0,8% no 1º trimestre de 2022, resultado que mostra que o setor cresceu pelo sétimo trimestre consecutivo. No primeiro semestre de 2022, houve também o registro do maior patamar de atividades desde outubro/21, acumulando 51,6 pontos – sendo 50 pontos a margem que distingue o desempenho positivo.

A transformação digital não foi algo que chegou com a pandemia, ela já estava acontecendo em todos os setores bem como na construção civil. O que vimos nos últimos dois anos foi uma aceleração ou um catalisador do processo de digitalização dos negócios e serviços. A necessidade gera mudança e foi isso o que aconteceu, as pessoas se viram em uma situação onde uma das únicas saídas era a busca de tecnologias que proporcionaram a continuidade dos seus negócios ou a otimização dos processos que antes dependiam do contato humano.

As empresas que usaram do meio online para conectar-se com clientes, seja para encontrá-los, fazer reuniões, negociações ou até mesmo visitas técnicas por vídeo encontraram nesses formatos uma maneira de também ampliar a oferta dos seus serviços.

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