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Foto: Divulgação

Especialista lista 3 tendências para aprimorar o ensino em 2024

De acordo com o relatório da Unesco de 2023, é improvável que a educação seja igualmente relevante sem as tecnologias digitais e que uma definição ampliada do direito à educação poderia incluir o apoio efetivo da mesma para que todos os estudantes alcancem seu potencial, independentemente de contexto ou circunstâncias.

Felipe Ferreira, CEO da Proesc.com, edtech amapaense que desenvolve soluções inovadoras de gestão para instituições de ensino, também concorda com essa afirmação. O especialista afirma que a digitalização, automatização de tarefas e personalização do ensino são os principais diferenciais para o setor deslanchar em 2024. 

Porém, segundo a radiografia anual da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) na Educação, em 41% das escolas estaduais, o sinal de internet é ruim e em mais da metade (55%), ele não chega aos locais do prédio mais distantes do roteador.  Na zona rural, somente 30% dos alunos têm acesso à rede na escola e apenas 38% disponibilizam os computadores para os estudantes.

“O uso da tecnologia precisa ser uma realidade para todos e o seu uso pode atrair a atenção de alunos, aprimorar a busca de informações e expandir os horizontes do ensino brasileiro. Além disso, é um direito da comunidade escolar utilizar desta ferramenta a favor do ensino todos”, explica o CEO da Proesc.com.

Pensando nesse cenário atual, o executivo analisou as 3 principais tendências na educação com foco em um bom desempenho dos alunos, a qualidade do ensino e da gestão estudantil e visando diminuir os altos déficits encontrados em 2023. 

1 – Digitalização da educação

Diante das grandes inovações da tecnologia ao longo dos últimos anos, torna-se necessário que ela seja introduzida nas escolas de modo que ela contribua no enriquecimento educacional. Entretanto  é necessário se certificar que antes dessa implementação, os professores, que são o contato direto com os estudantes, estarão confortáveis com a ação, proporcionando o auxílio necessário para que todos se adaptem. 

Dessa forma, são quebradas todas as barreiras entre o ensino físico e digital, visando a maneira como um pode complementar o outro e agregar cada vez mais a educação e os conhecimentos dos alunos. A edtech, por exemplo, conta com a ferramenta E-class, um ambiente voltado para exercícios e atividades pedagógicas online e ensino híbrido.

“É de soluções assim que os gestores precisam no momento da implementação”, reitera Felipe.

2 – Automatização de tarefas por parte da gestão escolar

A melhora da qualidade de ensino se inicia pela base das escolas, ou seja, sua administração. A eficácia na organização por parte das instituições faz com que torne necessário otimizar os recursos educacionais e atividades internas, deste modo, as tarefas passam a ser um trabalho que requer uma menor exaustão e  diminui as chances de erros.

“Neste quesito a tecnologia pode ser implementada de diversas maneiras com o objetivo de otimizar as atividades internas”, complementa Ferreira.

3 – Personalização do ensino 

Esse tópico é crucial para garantir que estudantes não desistam da escola e contribuam para a evasão estudantil. Ter um ensino personalizado com base nas dificuldades de cada aluno faz com que as instituições entendam em quais pontos devem ter uma maior atenção. 


“Ao personalizar o estudo, seja individual ou de uma sala inteira, é o primeiro passo para que não ocorram erros maiores no futuro e tampouco um conhecimento raso sobre determinados temas ou matérias. Ademais, gera um ambiente saudável para todos, diminuindo ocorrências de bullying e exclusão de alunos que têm maiores dificuldades”, afirma o especialista. 

Segundo dados coletados pela Unicef em 2022, no Brasil, 2 milhões de crianças e adolescentes estão fora da escola em todo o país. Um número tão alto faz com que a preocupação seja não só dos profissionais da educação, como também de toda a sociedade. Pensando que essa falta de conhecimentos que só podem ser proporcionados por meio do ensino, desencadeia outros problemas no futuro desses jovens.

“É preocupante os diversos quesitos que fazem a evasão escolar ser tão alta no Brasil. Por isso, devemos encontrar meios eficazes para que não haja agravamento da problemática e também visar métodos para trazer esse público de volta às escolas”, finaliza o fundador da Proesc.

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