A Vidalink iniciou uma reestruturação organizacional para acelerar a estratégia de crescimento prevista para os próximos anos.
A empresa projeta um crescimento acima de 20% em número de clientes corporativos em 2026 e expansão de mais de 25% ao ano nos próximos anos.
Um passo importante foi a reestruturação no pilar de tecnologia, com a nomeação de Marcia Cattai como diretora de tecnologia.
Com mais de 10 anos de casa, ela assume a gestão integral das equipes de desenvolvimento e dados, com foco em transformar a experiência digital de usuários e gestores de RH.
“Nossa missão é fazer com que a tecnologia seja invisível para o usuário, mas absolutamente essencial na geração de valor. Queremos que cada interação com a plataforma seja simples, intuitiva e personalizada, ao mesmo tempo em que entregue dados e insights acionáveis para apoiar decisões mais estratégicas dos gestores de RH sobre o bem-estar e a jornada dos colaboradores”.
Felipe Serrano assume a nova diretoria de marketing e comercial da companhia. Com mais de 18 anos de experiência em serviços e estratégias B2B, ele terá como missão expandir a capilaridade da Vidalink, especialmente no mercado de pequenas e médias empresas (PMEs) e na rede de canais parceiros.
“O desafio é ampliar o acesso ao bem-estar corporativo, levando nossas soluções para além das grandes corporações. Temos uma oportunidade única de construir pontes com PMEs e parceiros estratégicos, entregando o mesmo nível de excelência que oferecemos aos nossos maiores clientes”.
Por fim, a criação de uma área de Revenue Operations (RevOps), que nasce com a missão de eliminar silos e promover a integração absoluta entre Comercial, Marketing e Customer Success (CS).
“Temos metas agressivas de crescimento e uma oportunidade crescente de gerar novos negócios em um setor aquecido como o de RH. Para isso, a nova área de RevOps tem como objetivo otimizar processos internos e garantir que a jornada do cliente seja fluida e gere valor contínuo, transformando a eficiência operacional em crescimento sustentável de receita”, afirma Luis Gonzalez, CEO e cofundador da Vidalink.
A Vidalink chega a este novo ciclo com indicadores que demonstram sua solidez operacional: movimenta R$ 1 bilhão em volume transacional anual de medicamentos, conta com mais de quatro milhões usuários ativos e gerou R$ 480 milhões em economia direta para beneficiários por meio de subsídios em 2025.
Fundada em 2000 como gestora de benefícios farmacêuticos, a empresa expandiu seu modelo em 2019 para uma proposta integrada de bem-estar corporativo.
Hoje, atende mais de 850 clientes, incluindo Apple, Heineken, iFood, Johnson & Johnson, e Nestlé, por meio de uma rede de 25 mil farmácias credenciadas em todo o país.
Mercado aquecido
O movimento ocorre em momento favorável para o setor. O mercado brasileiro de medicamentos movimentou mais de R$ 160 bilhões em 2024, segundo o Anuário Estatístico do Mercado Farmacêutico da CMED, com mais de seis bilhões de embalagens comercializadas.
Além disso, a atualização da NR-1, que tornou obrigatória a consideração de riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos das empresas, tem ampliado a demanda por soluções que ofereçam não apenas medicamentos, mas também inteligência de dados sobre a saúde dos colaboradores.
A Vidalink compete neste mercado com uma proposta que vai além do subsídio de medicamentos: oferece acesso a terapia online, academias, planos alimentares personalizados e desenvolvimento de soft skills, tudo integrado em uma plataforma digital.
Inteligência de dados como diferencial
Um dos trunfos da Vidalink está na produção de inteligência de mercado. A terceira edição do Check-up de Bem-estar, pesquisa proprietária que ouviu 11.600 profissionais de 250 empresas em 2025, revelou que 65% dos trabalhadores brasileiros relatam ansiedade, angústia ou falta de motivação na maior parte dos dias.
Esse tipo de dado tem se tornado essencial para departamentos de RH que buscam tomar decisões baseadas em evidências sobre investimentos em bem-estar corporativo.
A empresa também oferece aos clientes acesso a dashboards com informações sobre utilização do plano, ranking de patologias, consumo por classe terapêutica e indicadores de engajamento, ferramentas que ajudam as empresas a gerenciar estrategicamente seus investimentos em saúde.
“Nossos levantamentos mostram que empresas que investem em bem-estar integrado conseguem resultados tangíveis: redução de afastamentos, maior produtividade e melhor clima organizacional. Com a nova estrutura, vamos acelerar o desenvolvimento de funcionalidades que traduzam esses insights em ações práticas para o RH”, finaliza o CEO.