carreiras – Economia SP https://economiasp.com Economia, negócios, inovação, tecnologia, startups, carreiras e sustentabilidade em São Paulo Sun, 27 Nov 2022 20:07:32 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://economiasp.com/wp-content/uploads/sites/2/2021/12/cropped-favicon-1-32x32.png carreiras – Economia SP https://economiasp.com 32 32 Vagas abertas: empresas abrem diversas oportunidades pelo país https://economiasp.com/2022/11/27/vagas-abertas-empresas-abrem-diversas-oportunidades-pelo-pais/ https://economiasp.com/2022/11/27/vagas-abertas-empresas-abrem-diversas-oportunidades-pelo-pais/#respond Sun, 27 Nov 2022 20:07:30 +0000 https://economiasp.com/?p=5433

Enquanto a onda de demissões segue alta nas big techs, inclusive impactanto o Brasil, empresas abrem diversas vagas de emprego. Confira as oportunidades espalhadas pelo país: A Take, rede de smart vending cooler, está com 11 vagas no modelo presencial. Localizada em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, a startup está com possibilidades nas áreas de tecnologia, análise de dados, […]

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Enquanto a onda de demissões segue alta nas big techs, inclusive impactanto o Brasil, empresas abrem diversas vagas de emprego. Confira as oportunidades espalhadas pelo país:

Take, rede de smart vending cooler, está com 11 vagas no modelo presencial. Localizada em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, a startup está com possibilidades nas áreas de tecnologia, análise de dados, comercial, contábil e produção. Saiba mais clicando aqui

Outra marca de Ribeirão Preto que está com as portas abertas é a MAGIT. A empresa especializada em transformação digital está com 2 vagas, uma de desenvolvedor sênior e outra de profissional full stack para atuar em modelo híbrido. Saiba mais clicando aqui

Por sua vez, a Dryve, fintech com foco no financiamento digital de automóveis, está com 3 vagas nas áreas administrativa e comercial. Entre os cargos, no formato presencial, estão analista comercial, analista de relacionamento e assistente administrativo. Saiba mais clicando aqui

Já a Minha Quitandinha, rede de minimercados autônomos de Balneário Camboriú, está com 3 vagas nos setores de operações e marketing. Os profissionais que contam com habilidades relacionadas a essas áreas podem se candidatar para os cargos de consultor de operações, analista de marketing e consultor de franquia, disponíveis nos modelos remoto e presencial. Interessados podem enviar um e-mail para operacional@minhaquitandinha.com.br 

A startup Doggi, pioneira no agendamento de banho, tosa e vacinas para cachorros por aplicativo no Brasil, localizada em Ribeirão Preto, está com 2 vagas de Inside Sales (vendedor interno), sendo uma B2C e outra B2B. Como benefícios, a empresa oferece vale transporte, vale refeição e vale alimentação. O e-mail para se candidatar é financeiro@doggi.app.br

Já a startup market4u, rede de minimercados autônomos e líder do segmento no Brasil, localizada em Curitiba, está com 4 vagas em aberto na área comercial, de sucesso do cliente e marketing digital. Os cargos são de: analista comercial para closer (vendas) e SDR, analista customer success (sucesso do cliente) e analista de mídia paga. Para se candidatar, os interessados devem enviar um e-mail para recursoshumanos@market4u.com.br 

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Mês do Empreendedorismo Feminino: conheça 7 empreendedoras que cresceram junto com o movimento https://economiasp.com/2022/11/24/mes-do-empreendedorismo-feminino-conheca-7-empreendedoras-que-cresceram-junto-com-o-movimento/ https://economiasp.com/2022/11/24/mes-do-empreendedorismo-feminino-conheca-7-empreendedoras-que-cresceram-junto-com-o-movimento/#respond Thu, 24 Nov 2022 22:39:11 +0000 https://economiasp.com/?p=5382

Novembro é reconhecido por ser o Mês do Empreendedorismo Feminino, principalmente no Brasil, que é o sétimo com o maior número de mulheres empreendedoras, segundo dados do Sebrae e da Global Entrepreneurship Monitor de 2020. Durante a pandemia, houve um forte crescimento em relação às empreendedoras no país. De acordo com a pesquisa da Global Gender […]

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Novembro é reconhecido por ser o Mês do Empreendedorismo Feminino, principalmente no Brasil, que é o sétimo com o maior número de mulheres empreendedoras, segundo dados do Sebrae e da Global Entrepreneurship Monitor de 2020.

Durante a pandemia, houve um forte crescimento em relação às empreendedoras no país. De acordo com a pesquisa da Global Gender Gap Report, do Fórum Econômico Mundial, foi registrado um aumento de 41% de mulheres empreendedoras que iniciaram seus projetos em 2020.

Seja por necessidade de se sustentar ou pela oportunidade de lançar um negócio, os desafios também aumentaram dentro e fora de casa, devido ao momento econômico mundial.

Veja abaixo as histórias de algumas mulheres que, apesar dos desafios da carreira, da maternidade e de conciliar a vida pessoal com a profissional, se destacam no mercado: 

Ana Meneguini: é fundadora e estrategista em Branding, Geração de Demanda e Receita na ITM desde 2020. Empreendedora nata, é pós-graduada em Marketing pela FGV, realizou MBA em Gestão de Negócios pela USP e é mentora do movimento DPE (Delas, para Elas) e de outras iniciativas que visam fomentar a liderança e o empreendedorismo feminino. Com mais de 20 anos de experiência e com especialização em Branding, Growth, trade marketing, vendas, comunicação interna e institucional, Ana cria sua marca para auxiliar empreendedores a se destacarem no mercado atual. 

Renata Bruggioni: é sócia-diretora da Pratika há 9 anos, tem mais de 20 anos de experiência em áreas diversas de planejamento e customer care. Responsável por liderar projetos de eficiência comercial e operacional, é formada pela ESPM em Propaganda e Marketing e com pós-graduação pela Fundação Getúlio Vargas. Também acumula passagens por grandes empresas como American Express, Telefônica/Vivo. Para ela, os desafios como empreendedora mudam quase diariamente.

“Acredito que o maior deles é o crescimento, aumentar nossas vendas, sem perder qualidade dos nossos projetos e a proximidade com nossos clientes. Crescer sem perder nossa essência: essa é a pauta central com todo o time”, afirma.

Juliana Vital: é Global Chief Revenue Officer e representante da Nubimetrics no Brasil. Além disso, é LGBTQIQ+ e conquistou um dos postos mais importantes na empresa argentina de sales intelligence, que empodera sellers em marketplaces com dados de IA em busca de ajudá-los a melhorar seus resultados. Publicitária, com pós-graduação em administração pela FGV, atua na área de tecnologia desde o início da carreira, que tem mais de 17 anos. É especialista em reposicionamento de produtos, diagnóstico de operações de empresas e reestruturação completa (da linha de produtos, receitas, processos e estrutura) com foco em aumento de receita e eficiência. Antes de entrar para a equipe da Nubimetrics, Juliana também seguiu carreira executiva na Sprinklr/Scup, Voopter e Cortex.

Alline Goulart: é Diretora de Operações e sócia da Semente Negócios. A profissional apoia a organização no desenho e estruturação da estratégia de crescimento, auxilia as verticais em projetos de inovação social e pode contar sobre os desafios empreendedores para essa minoria. Este ano, o foco da startup é nos projetos de diversidade. Entre os programas estão o Programa Sebrae Delas Mulher de Negócios, Mulheres do Nosso Bairro e Cidade por Elas, os três são idealizados pelo Sebrae Santa Catarina e têm execução metodológica e gestão da Semente. Os programas tem objetivo de apoiar e aumentar a capacidade de sucesso de negócios liderados por mulheres, principalmente na superação dos impactos causados pela pandemia da Covid-19, por meio de uma educação empreendedora.

Jéssica Muniz: é sócia e Head de Operações da BossaBox é a primeira empresa a operar por squad-as-a-service no Brasil, e Jéssica se juntou à sociedade recentemente. Formada em Administração de Empresas pela FGV com passagem pela universidade HEC Paris, uma das mais importantes escolas de administração do país. Atualmente, a profissional ajudou a consolidar a estratégia de crescimento até chegar na liderança de operação. Com experiência nas áreas de consultoria, financeiro e indústria de consumo e serviços, Muniz espera apoiar o progresso da startup e aumentar o impacto que a BossaBox tem na experiência dos clientes. Além disso, o seu objetivo à frente da startup é também buscar ainda mais mulheres para o ramo da tecnologia, e do produto, especificamente.

Mônica Hauck: está liderando uma verdadeira revolução no mercado de RH. Em 2015, fundou a Sólides, empresa de tecnologia, líder no Brasil na gestão de recursos humanos de pequenas e médias empresas, que muda radicalmente a forma de gerir pessoas e os processos de RH. Sob sua liderança, a empresa recebeu o maior aporte já feito em uma HRTech, R$ 530 milhões da gestora de private equity Warburg Pincus. Menos de dois meses depois, a Sólides já foi às compras e anunciou a aquisição da Tangerino, startup de controle digital de pontos e jornada de trabalho, visando trazer para um único lugar tudo o que as PMEs precisam para gerir RH e DP.

Cristiane Giordano: está no comando da Funcional, como CEO, desde novembro do ano passado. Hoje seu maior desafio é manter o alto nível de entrega e qualidade em todos os produtos e serviços FHT, bem como traçar o futuro da empresa para que possam contribuir ainda mais para o ecossistema de saúde no Brasil. Nos últimos anos, esteve à frente da transformação e crescimento da farmacêutica Teva no Brasil. Além de sua experiência e cases de sucesso, Cristiane é reconhecida por defender os temas de diversidade e integridade dentro do ambiente de trabalho, e desde 2020 faz parte do grupo Pharma Executive Women, que reúne mulheres em cargos de liderança sênior da indústria farmacêutica, oferecendo mentoria para profissionais mulheres que estão começando em cargos de gestão. rviços FHT, bem como traçar o futuro da empresa para que possam contribuir ainda mais para o ecossistema de saúde no Brasil.

Gabriela Toribio: está à frente dos desafios da Wayra, hub de inovação aberta da Vivo no Brasil e da Telefónica no mundo, como managing director da companhia. A Wayra é um CVC (Corporate Venture Capital) que tem apoiado o desenvolvimento de negócios na área da inovação no mercado europeu e latino americano. Está presente em  9 países da América Latina, com 7 hubs: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Alemanha, México, Peru, Espanha e Reino Unido. A executiva é também empreendedora, fundadora da Alimentos da Vila, empresa cujo objetivo é expandir o acesso à alimentação saudável, e professora da Fiap, onde leciona sobre empreendedorismo. Já foi head de Venture Capital da Companhia Siderúrgica Nacional e na Wayra, à frente do Vivo Ventures, vai liderar o desenvolvimento do fundo que tem capital comprometido de R$ 320 milhões para investir em startups em estágio de crescimento nas áreas de entretenimento, casa inteligente, marketplace, saúde, finanças e educação, setores-chave para o posicionamento da Vivo como hub digital.

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4 em cada 10 empresas no Brasil têm mulheres como sócias majoritárias, revela Serasa Experian https://economiasp.com/2022/11/23/4-em-cada-10-empresas-no-brasil-tem-mulheres-como-socias-majoritarias-revela-serasa-experian/ https://economiasp.com/2022/11/23/4-em-cada-10-empresas-no-brasil-tem-mulheres-como-socias-majoritarias-revela-serasa-experian/#respond Wed, 23 Nov 2022 16:14:06 +0000 https://economiasp.com/?p=5362

Das 20,6 milhões de empresas ativas no Brasil, ao menos 8,4 milhões, ou seja, 40,5% têm mulheres como donas ou sócias majoritárias. É o que aponta o levantamento inédito realizado pela Serasa Experian no mês em que se comemora o Dia do Mundial Empreendedorismo Feminino. Do total de empresas, 84,7% possuem uma única sócia enquanto […]

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Das 20,6 milhões de empresas ativas no Brasil, ao menos 8,4 milhões, ou seja, 40,5% têm mulheres como donas ou sócias majoritárias.

É o que aponta o levantamento inédito realizado pela Serasa Experian no mês em que se comemora o Dia do Mundial Empreendedorismo Feminino.

Do total de empresas, 84,7% possuem uma única sócia enquanto no universo masculino, esse percentual é menor, de 77,4%.

Elas começam a empreender mais cedo que os homens, sendo 36,3% com idades entre 20 e 39 anos. Veja o comparativo de idade por gênero no gráfico abaixo:

Empresas com até 2 anos de atuação são majoritariamente dirigidas por mulheres (17,2%) do que por homens (14,2%).

A maior taxa de representação feminina ocorre na faixa de 3 a 5 anos de existência, com 28,8% para elas e 25,3% para eles.

“Estamos focados em apoiar o empreendedorismo no país. Cerca de 29% dos negócios não sobrevivem mais que cinco anos no Brasil e o pilar essencial para reverter essa realidade é investir na saúde financeira. Isso significa dar mais acesso à informação, linhas de crédito e, principalmente educação para um desenvolvimento sustentável. Especificamente sobre a presença feminina no setor, é imprescindível que possamos fomentar a capacitação para que cada vez mais mulheres tenham a oportunidade de se preparar para ocuparem esses lugares”, declara Cleber Genero, vice-presidente de pequenas e médias empresas da Serasa Experian.

CRÉDITO

Quando o assunto é crédito, cerca de 70% delas têm score pessoa física acima de 500, ou seja, menores as chances de inadimplência e maior a possibilidade de conseguir um empréstimo, cartão de crédito, financiamento ou crediário, por exemplo. Quando olhamos o score pessoa jurídica, a situação é inversa. 79,7% delas têm o score pessoa jurídica abaixo de 400.

“O que a gente observa é que embora o hábito de monitoramento do Score PF já seja um hábito do brasileiro, o mesmo não ocorre quando ele tem uma empresa e um Score PJ. Muitas misturam as finanças pessoais com as do negócio. Além disso, elas não possuem o hábito de construir um histórico de capacidade de pagamento do negócio e não monitoram o score da empresa. A preocupação do Score PJ deve ser a mesma com o Score PF. Uma melhor pontuação no score PJ irá auxiliá-las na hora de obter crédito e direcioná-las para ações que melhorem a saúde de seus negócios”, explica.

SETORES

No ranking dos 10 principais setores, o comércio de confecções em geral (10,7%) aparece com mais frequência para elas, e indústria de confecções em geral como o menor índice de representatividade (2,1%). Confira no gráfico a seguir o levantamento completo:

REGIÕES

A região que mais concentra negócios cujas sócias principais são mulheres é a Sudeste (51,1%), seguida pela Nordeste (17,9%), Sul (17,4%), Centro-Oeste (9,1%) e Norte (4,4%).

São Paulo (27,8%) é onde estão a maior parte dos empreendimentos femininos, depois vem Rio de Janeiro (10,6%), Minas Gerais (10,3%) e Paraná (6,6%). Veja no gráfico abaixo o ranking completo:

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Mulheres em cargos de liderança estão mais propensas a pedirem demissão por insatisfação profissional https://economiasp.com/2022/11/23/mulheres-em-cargos-de-lideranca-estao-mais-propensas-a-pedirem-demissao-por-insatisfacao-profissional/ https://economiasp.com/2022/11/23/mulheres-em-cargos-de-lideranca-estao-mais-propensas-a-pedirem-demissao-por-insatisfacao-profissional/#respond Wed, 23 Nov 2022 14:34:48 +0000 https://economiasp.com/?p=5359

Atualmente, um novo cenário tem se desenhado para o público feminino no mercado de trabalho. As mulheres que ainda lutam por equidade salarial, equidade nas promoções e maiores oportunidades estão dando um basta para além da questão simples de gênero. Líderes femininas estão exigindo mais do trabalho e trocando de emprego em um nível sem […]

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Atualmente, um novo cenário tem se desenhado para o público feminino no mercado de trabalho. As mulheres que ainda lutam por equidade salarial, equidade nas promoções e maiores oportunidades estão dando um basta para além da questão simples de gênero.

Líderes femininas estão exigindo mais do trabalho e trocando de emprego em um nível sem precedentes para alcançar o que buscam nas suas vidas e carreiras. É o que aponta o relatório Women in the Workplace 2022, da McKinsey & Company em parceria com o LeanIn.Org.

Recentemente, cerca de 12% de mulheres pediram demissão frente a 8% dos homens, uma diferença nunca registrada em anos anteriores. Por isso, para estancar essa tendência e realmente atender os anseios de suas colaboradoras, as empresas precisam ir além do discurso.

“As organizações precisam olhar para esse cenário e buscar entender os motivos que fazem essas colaboradoras se demitirem. É preciso ouvir as pessoas de forma genuína para entender e agir na raiz destes desligamentos”, aponta Carine Roos, CEO e fundadora da Newa.

Conforme o estudo, as mulheres dirigentes têm a tendência de sair do trabalho para buscar uma posição em uma empresa mais comprometida com a diversidade, equidade e inclusão. Isto é, uma organização que tenha políticas sólidas de crescimento e desenvolvimento profissional para elas.

A pesquisa aponta ainda que um a cada quatro líderes C-Suíte é mulher. Neste mesmo sentido, um a cada 20 é uma mulher negra. Outro dado que chama a atenção é que para cada 100 homens promovidos de um emprego de nível básico a gerente, apenas 87 mulheres são promovidas. 

“Vemos, diariamente, mulheres pedindo desligamentos das organizações em que atuam. Em muitos casos, isso se deve não apenas ao esgotamento mental, mas principalmente à falta de políticas que olhem para o bem-estar integral dessas mulheres como um todo dentro da empresa”, pontua.

Das entrevistadas para a pesquisa, 37% das dirigentes relataram ter tido um colega de trabalho que levou o crédito por sua ideia, contra 27% dos líderes homens. No mesmo sentido, o estudo aponta que aproximadamente metade disse que a flexibilidade está entre as três principais considerações ao decidir entrar ou sair de uma empresa, contra 34% dos líderes homens.

“O levantamento mostra que as mulheres têm tanta ambição quanto os homens de serem promovidas e reconhecidas por seus trabalhos. No entanto, historicamente elas enfrentam mais obstáculos”, comenta.

Para a executiva, mais do que nunca é preciso observar e entender a raiz do problema, para que as empresas consigam agir propondo políticas mais claras para o desenvolvimento e crescimento profissional de suas colaboradoras.

“É responsabilidade das organizações estarem atentas a esse cenário, promovendo ações que de fato gerem a inclusão efetiva dessas mulheres”, conclui.

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B3 forma primeira turma do programa de equidade racial em conselhos https://economiasp.com/2022/11/22/b3-forma-primeira-turma-do-programa-de-equidade-racial-em-conselhos/ https://economiasp.com/2022/11/22/b3-forma-primeira-turma-do-programa-de-equidade-racial-em-conselhos/#respond Tue, 22 Nov 2022 16:27:03 +0000 https://economiasp.com/?p=5339

Os 33 executivos negros que concluíram a primeira edição do Programa de Equidade Racial em Conselhos celebraram a formatura na manhã desta segunda-feira, dia 21, com um toque de campainha na sede da B3, em São Paulo. O curso foi lançado em outubro pela própria bolsa brasileira, em conjunto com o IBGC (Instituto Brasileiro de […]

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Os 33 executivos negros que concluíram a primeira edição do Programa de Equidade Racial em Conselhos celebraram a formatura na manhã desta segunda-feira, dia 21, com um toque de campainha na sede da B3, em São Paulo.

O curso foi lançado em outubro pela própria bolsa brasileira, em conjunto com o IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) e a Iniciativa Empresarial pela Equidade Racial.

“Aqui podemos quebrar estereótipos e mostrar o que realmente somos: somos potentes, somos potência e somos diversos. Hoje é dia de renovar a esperança, pois estamos certos de que este é um marco, e que os conselhos serão mais coloridos daqui em diante. Contamos com vocês, conselheiros e conselheiras aqui presentes, para nos darem essa primeira oportunidade”, destaca Roberta Anchieta, diretora de administração fiduciária do Itaú Unibanco e aluna do programa.

Gilson Finkelsztain, CEO da B3, destacou que o programa foi pensado para preencher uma lacuna no mercado e ajudar a acelerar a inclusão racial na alta liderança das empresas:

“Como indutores de boas práticas, o nosso papel também é disseminar informação, conhecimento e condições para que todo o mercado possa avançar junto, obtendo resultados tão urgentes e necessários para que o ambiente corporativo possa refletir a realidade da sociedade brasileira”.

COMO FUNCIONOU

Entre os dias 13 de outubro e 18 de novembro, os alunos do programa tiveram 13 aulas com professores selecionados. Os conteúdos, que incluíam módulos sobre missão do conselho de administração e papel do conselheiro, ética e sustentabilidade, riscos e compliance e responsabilidades dos administradores, foram ministrados em formato on-line e presencial.

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Faculdade XP abre 400 vagas para formação gratuita em tecnologia https://economiasp.com/2022/11/21/faculdade-xp-abre-400-vagas-para-formacao-gratuita-em-tecnologia/ https://economiasp.com/2022/11/21/faculdade-xp-abre-400-vagas-para-formacao-gratuita-em-tecnologia/#respond Mon, 21 Nov 2022 11:53:45 +0000 https://economiasp.com/?p=5301

A Faculdade XP está abrindo as inscrições do segundo processo seletivo para os cursos de graduação gratuitos em tecnologia: Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciência de Dados e Sistemas de Informação, todos chancelados pelo MEC. Das 400 vagas ofertadas, 50% serão destinadas a mulheres e pessoas negras. “O nosso sonho grande é formar a próxima […]

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A Faculdade XP está abrindo as inscrições do segundo processo seletivo para os cursos de graduação gratuitos em tecnologia: Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciência de Dados e Sistemas de Informação, todos chancelados pelo MEC. Das 400 vagas ofertadas, 50% serão destinadas a mulheres e pessoas negras.

“O nosso sonho grande é formar a próxima geração de talentos em tecnologia preparada para os desafios da economia digital, para que se tornem líderes exponenciais, impactando positivamente o processo de transformação digital do país. Exatamente por isso, já no processo seletivo, temos o propósito de atrair alunos engajados e de alto potencial”, afirma Paulo de Tarso, CEO da Faculdade XP. 

Os interessados devem se candidatar por meio do link clicando aqui. Após a inscrição, os candidatos passam por um processo seletivo dinâmico de duas etapas.

Na primeira fase, o aluno escolhe o modelo de avaliação teórica (prova de conhecimentos gerais da própria XP Educação ou via ENEM), responde um questionário de motivação, participa de um minicamp de duas semanas e, por fim, aqueles que forem certificados pelo minicamp têm seus perfis avaliados.

Na segunda fase, é realizada a prova de conhecimentos gerais ou é utilizada a nota do ENEM, de acordo com a opção efetuada na inscrição.  

O modelo de ensino é a distância, ao vivo e com interações em tempo real, criando as condições para uma educação superior sem fronteiras.

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B2Mamy lança podcast para fomentar empreendedorismo feminino https://economiasp.com/2022/11/18/b2mamy-lanca-podcast-para-fomentar-empreendedorismo-feminino/ https://economiasp.com/2022/11/18/b2mamy-lanca-podcast-para-fomentar-empreendedorismo-feminino/#respond Fri, 18 Nov 2022 11:00:57 +0000 https://economiasp.com/?p=5270

A B2Mamy, socialtech focada em tornar mães e mulheres líderes e livres economicamente, anunciou o lançamento do B2MamyCast. O podcast tem o propósito de fomentar o empreendedorismo feminino e proporcionar acesso a dicas e informações a cada vez mais mães e mulheres que querem escalar seus negócios. O programa é apresentado por Dani Junco, mãe […]

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A B2Mamy, socialtech focada em tornar mães e mulheres líderes e livres economicamente, anunciou o lançamento do B2MamyCast.

O podcast tem o propósito de fomentar o empreendedorismo feminino e proporcionar acesso a dicas e informações a cada vez mais mães e mulheres que querem escalar seus negócios.

O programa é apresentado por Dani Junco, mãe do Lucas, CEO e fundadora da B2Mamy, juntamente com Marina Franciulli, comunicadora, mãe do Ian e do Gael e head de sustentabilidade financeira e projetos de impacto na B2Mamy.

Para o lançamento, o podcast contará com 10 episódios, disponíveis no Spotify e Youtube, e deve ganhar novos conteúdos ao longo do tempo.

“Entregaremos um conteúdo relevante em um papo leve na sala de estar com amigas. Dicas poderosas e simples para ajudar a impulsionar carreiras e negócios e inspirar ao contarmos as história das convidadas. Além de ajudar a impulsionar negócios e carreiras que já existem, que as conversas possam encorajar outras mulheres a vencerem seus medos e a tirarem suas ideias do papel. E consigam colocar em prática o sonho de empreender e ir em busca da liberdade financeira”, destaca Dani.

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Igualdade racial no trabalho precisa ir além das campanhas do Dia da Consciência Negra https://economiasp.com/2022/11/17/igualdade-racial-no-trabalho-precisa-ir-alem-das-campanhas-do-dia-da-consciencia-negra/ https://economiasp.com/2022/11/17/igualdade-racial-no-trabalho-precisa-ir-alem-das-campanhas-do-dia-da-consciencia-negra/#respond Thu, 17 Nov 2022 12:25:26 +0000 https://economiasp.com/?p=5247

No dia 20 de novembro é celebrado o Dia Nacional da Consciência Negra e, com ele, as campanhas que reforçam a necessidade de inclusão das pessoas negras ganham força. De olho nesse cenário, Carine Roos, CEO e fundadora da Newa, empresa de consultoria em diversidade, inclusão e saúde emocional para as organizações, aponta que é […]

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No dia 20 de novembro é celebrado o Dia Nacional da Consciência Negra e, com ele, as campanhas que reforçam a necessidade de inclusão das pessoas negras ganham força.

De olho nesse cenário, Carine Roos, CEO e fundadora da Newa, empresa de consultoria em diversidade, inclusão e saúde emocional para as organizações, aponta que é preciso desenvolver ações mais assertivas de combate à discriminação racial.

Dados da pesquisa Racismo no Brasil, realizada pelo Instituto Locomotiva, apontam que 52% dos profissionais negros entrevistados já sofreram algum tipo de discriminação no trabalho.

“Com dados tão imponentes, é importante olhar para as lideranças compassivas e fazer com que elas sejam mais sensíveis às questões de seus colaboradores, que estejam genuinamente preocupadas com o bem-estar e ainda busquem, de alguma forma, apoiar e agir para reduzir o sofrimento desse colaborador”, afirma.

Para a executiva, é fundamental que as empresas promovam, além de campanhas em datas pontuais, ações que garantam, verdadeiramente, a inclusão destes profissionais no mercado de trabalho.

“As organizações precisam puxar essa responsabilidade do cuidado para si e promover ações, workshops e capacitações que eduquem seus colaboradores sobre o racismo estrutural e institucional dentro das organizaçõesa, buscando trabalhar os seus preconceitos e estigmas para construírem um pensamento crítico antirracista e decolonial”, argumenta. 

No contexto de cargos de liderança, essa realidade não é muito diferente, tendo em vista que as empresas possuem executivos majoritariamente brancos.

“As organizações precisam olhar para as suas estruturas internas e buscar efetivamente desenvolver políticas e processos para o aumento da justiça racial. Isso começa pelo básico, fazendo com que as lideranças ouçam seus colaboradores negros e identifiquem suas principais dores e necessidades dentro da organização. É só a partir disso que será possível olhar para a criação de políticas, processos e ações com monitoramento, que tenham o objetivo real de promover a inclusão efetiva destes profissionais”, conclui.

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Os líderes do futuro são formados no estágio https://economiasp.com/2022/11/14/os-lideres-do-futuro-sao-formados-no-estagio/ https://economiasp.com/2022/11/14/os-lideres-do-futuro-sao-formados-no-estagio/#respond Mon, 14 Nov 2022 16:15:32 +0000 https://economiasp.com/?p=5175

Por Carlos Henrique Mencaci, presidente da Associação Brasileira de Estágios. A nova geração está alcançando a idade de ingressar no mercado de trabalho. No entanto, esses jovens têm pensamentos, personalidades, ideias, propósitos e objetivos bem diferentes dos integrantes atuais dos quadros corporativos. Um fator determinante nessa mudança de percepção sobre o mundo foi a pandemia. […]

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Por Carlos Henrique Mencaci, presidente da Associação Brasileira de Estágios.

A nova geração está alcançando a idade de ingressar no mercado de trabalho. No entanto, esses jovens têm pensamentos, personalidades, ideias, propósitos e objetivos bem diferentes dos integrantes atuais dos quadros corporativos. Um fator determinante nessa mudança de percepção sobre o mundo foi a pandemia. Nesse sentido, o estágio é o momento ideal para moldar essas pessoas para o ambiente empresarial e preparar os futuros gestores do país. Vou discorrer sobre a relevância dessa prática. 

Um grande líder é formado por desafios enfrentados ao longo da estrada profissional, ensinamentos e convívio com colegas exemplares. No entanto, para quem nunca teve a vivência nesse universo, é mais complexo entender o funcionamento. Por isso, o ato educativo supervisionado é fundamental para fortalecer essa parcela da população e, daqui a alguns anos, teremos grandes executivos espalhados pelo Brasil.

O comportamento dos jovens mudou nos últimos anos

Os efeitos da Covid-19 afetaram toda a população, mas alguns sofreram mais com os impactos. Isso ocorre porque o isolamento social, aulas remotas e home office aconteceram na transição da adolescência para a vida adulta de diversos estudantes. Assim, muita gente ficou solitária e com dificuldade de socialização. Além disso, existem consequências práticas no aprendizado, pois diversas empresas não estavam preparadas para essa alteração na maneira de atuar.

Logo, as instituições de ensino assumiram um papel de protagonista no aspecto de retomar todas essas rupturas. Esse período foi crucial para o desenvolvimento de relacionamentos saudáveis, assim como ensinamentos pessoais e profissionais. Quando falamos de estágio, é um pilar essencial, pois só pode participar da modalidade quem está regularmente matriculado no ensino médio, técnico, superior ou nos anos finais do fundamental, na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Afinal, tem o objetivo de inserir essa classe no mercado, mostrando a eles como é o cotidiano da profissão desejada.

Portanto, essa prática se torna ainda mais valiosa no momento atual. A conciliação entre sala de aula e corporação auxilia e evolui esse indivíduo. Para tudo ocorrer da melhor maneira, a Lei 11.788/2008 assegura alguns direitos cruciais. O discente tem a carga horária limitada em seis horas diárias e 30h semanais, sem a possibilidade de ultrapassar esse teto. A cada 12 meses na mesma companhia, o membro pode desfrutar de 30 dias de recesso remunerado. Nesse ponto, sempre aconselho a combinar com as férias escolares, permitindo um descanso completo.

De acordo com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, 70% dos alunos relataram quadros de depressão ou ansiedade por conta do retorno ao ensino presencial. Sendo assim, esse movimento deve acontecer de maneira correta, cautelosa e sem pular etapas. As organizações, colégios e universidades também precisam se preocupar com a saúde mental desses jovens. Afinal, isso terá reflexo na sociedade e nos futuros executivos.

Em 2020, segundo dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), cerca de 44 milhões de crianças e adolescentes passaram a estudar virtualmente devido ao Coronavírus. Desde 2021, com a flexibilização das medidas sanitárias e a retomada gradativa das atividades, a convivência presencial voltou a fazer parte das rotinas.

No entanto, cada colaborador tem suas particularidades, características e personalidade única. Além disso, a maioria dos integrantes da modalidade vivem essa experiência pela primeira vez e estão ali para aprender. Sendo assim, é fundamental os supervisores terem noção do seu papel e como cada atitude nesse contexto pode marcar aquele iniciante para sempre, seja de maneira positiva ou negativa.

Portanto, deve haver uma preocupação com a formação do cidadão e não apenas do funcionário. Para isso, é necessário começarmos a criar empatia, a consciência de se colocar no lugar do outro. Ou seja, se esforçar para tratar o colega como você gostaria de ter sido quando ocupava aquela posição.

Quando isso acontece, cria-se no outro a liberdade para tirar suas dúvidas, expor opiniões e sugerir novas ideias. Dessa forma, desenvolve-se dentro dele a capacidade de elaborar soluções e debater sobre assuntos corporativos. Assim, além de aumentar a chance de construir um bom networking, pode levar inovação para sua companhia.

Contudo, desse momento difícil também surgiram boas alternativas, como a opção do modelo remoto. Ele proporciona vários benefícios para os envolvidos. Um morador de uma cidade pequena, por exemplo, pode estudar em uma grande faculdade e estagiar em uma metrópole. Dessa forma, os contratantes também ganham um leque maior de opções para preencher suas equipes. Nesse caso, não há necessidade do pagamento de auxílio transporte, pois não terá deslocamento.

Com o uso adequado da tecnologia, é possível formar times unidos, realizar a integração positiva de novos componentes, cuidar do emocional de todos e manter a alta produtividade. Para isso, basta ter equilíbrio. Promover conversas descontraídas, motivar o grupo, criar a sensação de pertencimento, utilizar dos canais de comunicação e promover encontros presenciais são algumas atitudes interessantes.

A gestão de pessoas se tornou fator determinante para o sucesso

Nos últimos anos, o conceito de sucesso profissional foi ressignificado. As pessoas passaram a enxergar algumas questões com outros olhos e deixaram de valorizar apenas o fator financeiro e o status. Portanto, para os mais novos, só esses pontos não são suficientes para conquistá-los.

De acordo com uma pesquisa realizada em conjunto pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Geração Z (nascidos após 2001) não tem apego a altas remunerações. Para 42%, o mais relevante é ter felicidade na carreira, seguido pelo equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, com 39%, enquanto 32% almejam reconhecimento.

Ou seja, os comandantes devem enxergar seu grupo como seres humanos, sem pensar só em números e resultados. É papel da organização criar um ambiente positivo e entender pensamentos, preferências, jeitos e histórias diferentes de cada um. Hoje, a conexão dos valores e cultura do empreendimento com os do candidato são levados em consideração na hora da busca por uma oportunidade.

É importante lembrar: os sujeitos estão ali para serem treinados, ensinados e preparados para a carreira. Portanto, acontecerão erros e por isso é obrigatório ter alguém experiente responsável por eles. Nesses momentos, o feedback é imprescindível para esses equívocos não se repetirem.

O chefe também deve incentivar hábitos corretos e explicar como funciona o cotidiano empresarial, pois a postura, apresentação, modo de falar, vestimenta e outras características fazem a diferença. Além disso, pode lapidar uma joia para, daqui algum tempo, se tornar um executivo e ocupar um alto cargo na corporação.

Costumo dizer também: o dinheiro não é mais o fator de decisão, mas continua bastante relevante. Logo, ofereça uma bolsa-auxílio condizente com a capacitação desejada e as tarefas a serem desempenhadas por esse integrante. Ainda, recompensas por bons resultados chamam a atenção. Folga, bônus, comissão, prêmios, tudo isso pode ser disponibilizado e conquistará o público.

Abra as portas do seu negócio para essa garotada cheia de vontade de aprender e mostrar seu potencial. Assim, além de fortalecer a sua equipe, você estará ajudando a economia e a educação do país. Conte com a Abres. Estamos juntos nessa caminhada!

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Vanessa Pombo: os bastidores de quem cuida dos principais palestrantes do Brasil  https://economiasp.com/2022/11/11/vanessa-pombo-os-bastidores-de-quem-cuida-dos-principais-palestrantes-do-brasil/ https://economiasp.com/2022/11/11/vanessa-pombo-os-bastidores-de-quem-cuida-dos-principais-palestrantes-do-brasil/#respond Fri, 11 Nov 2022 11:56:12 +0000 https://economiasp.com/?p=5042

Ninguém sabe quando a vida vai mudar, dar aquela virada de chave. Não é uma decisão fácil e só cabe a nós mesmos tomá-la. Mudanças, como sempre, dão medo, geram incertezas e trazem perguntas que só serão respondidas no decorrer do tempo. Mas para novas coisas acontecerem, é preciso fazer o que nunca havia sido […]

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Ninguém sabe quando a vida vai mudar, dar aquela virada de chave. Não é uma decisão fácil e só cabe a nós mesmos tomá-la. Mudanças, como sempre, dão medo, geram incertezas e trazem perguntas que só serão respondidas no decorrer do tempo. Mas para novas coisas acontecerem, é preciso fazer o que nunca havia sido feito antes.

Vanessa Pombo, de 30 anos, nasceu e cresceu em São Paulo, é formada em gestão comercial e era gerente de loja de telefonia. Foi mãe cedo e isso, por si só, já trazia um peso sobre as costas e olhares cheios de preconceitos. Passando por cima de julgamentos, a carreira estava em ascensão.

“Eu era casada, com três filhos. Recebi um convite para assumir a gerência no turno da noite, o que aumentaria meu salário. Naquele dia, por conta dessa reunião em que recebi a proposta de promoção, cheguei mais tarde em casa. Quando contei, feliz, não tive o apoio do meu parceiro”, conta.

Foi nesse ponto que começou a mudança. Após anos em uma relação não saudável, a escolha pela separação foi o primeiro passo para virar a chave. A saída imediata foi o trabalho e se apegar à vida profissional. Nesse período, ela conseguiu um estágio na empresa em que trabalha até hoje.

A Polo Palestrantes é uma agência especializada em conectar as principais palestras do país com os mais diversos eventos. Em seu banco de palestrantes exclusivos, a empresa conta com nomes como Thiago Nigro, Joel Jota, Edson Mackeenzy, Pyong Lee, Gustavo Cerbasi, entre outros.

“Depois de entrar na Polo, tendo acesso a todo o conteúdo com o qual temos contato que fui me conhecendo e, então, através das palestras, fui entendendo que eu não precisava passar por aquele relacionamento abusivo. A Polo foi de suma importância na minha decisão de seguir com a separação, mesmo com o julgamento da sociedade. Ou seja: o conhecimento realmente transforma e eu fui a primeira a ser transformada”.

O trabalho é sempre intenso. Uma verdadeira maratona dos bastidores. A equipe faz a curadoria dos eventos, identificando qual palestrante é ideal para cada ocasião, acompanhar, cuidar dos detalhes, conferir material, fazer o alinhamento de expectativa do público e garantir que o público receba o conteúdo de forma mais assertiva, correspondendo às expectativas do cliente.

Cinco anos depois, nessa jornada que vem trilhando em busca de se colocar em primeiro lugar, Vanessa colhe os frutos da dedicação e entrega.

“Hoje, eu tenho até uma assistente para conseguir dar conta das demandas com excelência. Amo o que faço e acredito no propósito da empresa, que é “O conhecimento transforma”, pois sou transformada todos os dias por meio desse conteúdo do qual eu tenho acesso”, revela.

O PESO DA MULHER MARAVILHA

Vanessa passa por uma realidade muito comum das mulheres: conciliar trabalho e ser mãe, no caso dela de três: Kaunany (de 16 anos), Bruna (12) e Vitor (6).

“É um desafio grande porque cuido deles sozinha. Eles vão para a escola em tempo integral e, quando saem, ficam com a mãe. Mas a flexibilidade da Polo também me permite ter tempo de qualidade com eles”.

Lidar com palestras diversas e conteúdos transformadores ajudaram ela no processo de aceitar a realidade: não existe Mulher Maravilha, apenas uma mãe trabalhadora fazendo o seu melhor.

“Sou transformada todos os dias por meio desse conteúdo do qual eu tenho acesso. Uma das coisas que vem fazendo parte do meu processo é entender que está tudo bem não dar conta de tudo sempre. Eu achava que tinha que ser a Mulher Maravilha. Me permiti. Ter os meus momentos”, compartilha.

Dentre tantos nomes e palestras, a principal transformação, porém, veio da própria empresa.

“Foram muitos momentos de insights. Mas foi muito através do Dennis Penna, diretor da Polo, que tive a minha virada de chave. É o meu grande mentor. O fato de ele acreditar em mim, depositar a confiança no meu trabalho, me capacitar para dar conta. Eu pensava que não seria capaz de vender 50 palestras no mês, por exemplo. E eu acabei de fazer isso. Então, muito mais do que qualquer palestra, a principal virada foi do meu líder acreditar e me forjar. Aprendi a ressignificar a cobrança. Se ele está me cobrando, é porque eu sou capaz”.

Essa confiança está fazendo efeito nos planos e metas de Vanessa. A visão do futuro é de ser uma agente transformadora.

“Daqui cinco anos, ou serei sócia ou terei minha própria empresa. Também já falamos sobre outros braços aqui dentro da Polo, como internacionalização, agência só de palestrantes exclusivos e outros projetos”, conta.

Conselhos para outras mulheres

  • Para mulheres empreendedoras: Você tem que acreditar em você e não desistir. Não deixe seus planos no papel. Tenha planos de ação para colocar em prática. Não tenha vergonha de pedir ajuda. Não precisa dar conta de tudo. Tenha humildade para continuar estudando.
  • Autossuficiência: Eu tenho essa pegada que a minha virada veio quando eu me dei conta que estava em um relacionamento abusivo. Quando eu entendi que era autossuficiente (eu já carregava o fardo de ter sido mãe nova); mas me vi num relacionamento abusivo, eu não preciso me importar com a sociedade. Sou autossuficiente e não preciso me submeter a esse tipo de relacionamento por medo. Amor próprio. Autocuidado. Se conheça. Tenha autoestima. Trabalhe isso se cuidando, fazendo exercícios físicos, por exemplo. Com isso tudo, você não desiste dos seus sonhos.

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