varejo – Economia SP https://economiasp.com Economia, negócios, inovação, tecnologia, startups, carreiras e sustentabilidade em São Paulo Wed, 16 Nov 2022 12:38:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.1.1 https://economiasp.com/wp-content/uploads/sites/2/2021/12/cropped-favicon-1-32x32.png varejo – Economia SP https://economiasp.com 32 32 Black Friday: 5 dicas para vender na data mais importante do varejo https://economiasp.com/2022/11/16/black-friday-5-dicas-para-vender-na-data-mais-importante-do-varejo/ https://economiasp.com/2022/11/16/black-friday-5-dicas-para-vender-na-data-mais-importante-do-varejo/#respond Wed, 16 Nov 2022 12:38:41 +0000 https://economiasp.com/?p=5202

Por Patrick Marquart, diretor de vendas corporativas da Upstream. Você deve se lembrar que, há alguns anos, quando chegou ao Brasil, a Black Friday era sinônimo de filas enormes. Víamos pessoas acampando fora das lojas para conseguir comprar o que desejavam e até mesmo “brigando” (chegando até a confrontos físicos) pelos produtos com maior desconto.  […]

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Por Patrick Marquart, diretor de vendas corporativas da Upstream.

Você deve se lembrar que, há alguns anos, quando chegou ao Brasil, a Black Friday era sinônimo de filas enormes. Víamos pessoas acampando fora das lojas para conseguir comprar o que desejavam e até mesmo “brigando” (chegando até a confrontos físicos) pelos produtos com maior desconto. 

Felizmente, com o comércio eletrônico cada vez mais presente na vida dos brasileiros, esse cenário mudou. Atualmente, com alguns toques no celular, os clientes encontram os tão sonhados produtos, com ótimos preços, sem precisar levantar do sofá de casa.

Segundo o estudo Black Friday 2022: Termômetro de consumo, as vendas do e-commerce na Black Friday de 2021 aumentaram 5% em relação ao ano anterior, chegando a R$ 4,2 bilhões de faturamento, e a tendência é continuar aumentando em 2022. 

Com esse aumento do interesse dos brasileiros, os varejistas só têm a ganhar investindo em suas campanhas online com foco na Black Friday. A data tem sido vista como uma excelente oportunidade para as lojas virtuais aumentarem suas vendas online e começarem a construir relacionamentos fortes com seus clientes.

Mas, para ajudar a alavancar ainda mais as vendas online durante a Black Friday, preparei cinco dicas que considero essenciais para o varejo online nacional:

  1. Se prepare desde cedo: Para atender às demandas e necessidades dos consumidores e evitar a insatisfação (ou até a perda de clientes), as lojas virtuais devem estar preparadas e com todas as suas operações – marketing, logística, serviços de entrega, suporte ao cliente – funcionando da melhor maneira possível. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Reclame AQUI, as pessoas que compram online são facilmente persuadidas a abandonar o carrinho se não estiverem satisfeitas, por exemplo, com os custos e datas de entrega ou com um login complicado. Por isso, quanto mais cedo as empresa começarem a planejar suas campanhas de Black Friday, melhor preparados estarão seus processos na data e, consequentemente, melhores serão os resultados obtidos.
  2. Estabeleça sua base de clientes: Um levantamento recente realizado pela PWC, intitulado Customer Loyalty Survey 2022, aponta que a maioria das pessoas compartilharia com prazer seus dados pessoais para uma melhor experiência do consumidor. Com base nisso e sabendo que a coleta de dados primários (telefones celulares), com o consentimento dos usuários e respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), pode ajudar as lojas virtuais a construir suas bases de clientes, a Black Friday pode se tornar mais do que apenas um dia para aumentar as vendas. A ocasião pode ser usada para que mais clientes conheçam a marca e disponibilizem suas informações. Assim, o varejista poderá começar a se comunicar com eles regularmente, oferecendo incentivos para comprar seus produtos repetidamente, construindo um forte relacionamento e transformando-os em consumidores fiéis. 
  3. Aposte no marketing omnichannel: Como mostra o Relatório de Varejo de 2021, da Adyen, o marketing omnichannel é a última tendência no Brasil. As pessoas tendem a comprar online, mas não sem antes visitar as lojas para ver, tocar e sentir os produtos. Por essa razão, é muito importante que as lojas virtuais tentem alcançar seu público por meio de diferentes canais, como SMS, Rich Communication Services (RCS), notificações push-up e WhatsApp, para garantir que o cliente certo seja impactado no momento ideal. Essas ferramentas estão apresentando um grande potencial quando se trata de direcionar consumidores, visto que uma estratégia multicanal, apoiada por uma plataforma de automação de marketing móvel, garantirá que os resultados sejam superiores e alcancem mais pessoas.
  4. Saia na frente dos demais varejistas: Atrair a atenção dos clientes parece mais desafiador do que nunca. O 2021 Global Marketing Trends, da Deloitte, revela que, atualmente, os usuários recebem entre 400 e 10 mil comunicações de marketing todos os dias. Por isso, para que eles sejam impactados, é preciso optar por informação curta, rica e relevante. Isso é fácil de ser feito com a ajuda de canais como RCS, que auxiliam na transmissão das mensagens das lojas virtuais de forma a evitar meios mais “saturados”, como e-mails.
  5. Amplie o período de promoção: Como é mostrado no Relatório Black Friday 2021, da All In, muitos clientes aproveitam todo o mês de novembro para fazer as compras do final de ano. Sabendo disso, por que ficar restrito a uma única data? Se planeje, potencialize as datas de melhores preços e atraia ainda mais consumidores.

As promoções e campanhas da Black Friday são oportunidades não apenas por seus benefícios de curto prazo, mas também por um brilhante exercício de construção de marca e marketing que pode ajudar uma empresa a começar a construir um relacionamento e vínculos duradouros com seus clientes. Isso significa que elas podem se revelar um grande trunfo para as lojas virtuais que investem em campanhas multicanal online.

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Black Friday: especialista destaca omnichannel como estratégia para se destacar no varejo https://economiasp.com/2022/10/17/black-friday-especialista-destaca-omnichannel-como-estrategia-para-se-destacar-no-varejo/ https://economiasp.com/2022/10/17/black-friday-especialista-destaca-omnichannel-como-estrategia-para-se-destacar-no-varejo/#respond Mon, 17 Oct 2022 11:52:00 +0000 https://economiasp.com/?p=4493

A Black Friday acontece já no próximo mês, em meio a Copa do Mundo, o que impacta diretamente nas expectativas de compra dos clientes. Segundo pesquisa realizada pela Nielsen sobre as perspectivas do mercado e as tendências dos consumidores para a data, os bens de consumo duráveis, como eletrodomésticos e celulares/tablets representam 59% e 57% […]

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A Black Friday acontece já no próximo mês, em meio a Copa do Mundo, o que impacta diretamente nas expectativas de compra dos clientes.

Segundo pesquisa realizada pela Nielsen sobre as perspectivas do mercado e as tendências dos consumidores para a data, os bens de consumo duráveis, como eletrodomésticos e celulares/tablets representam 59% e 57% da intenção de compras.

A pesquisa também mostrou que 50% dos entrevistados pretendem adquirir algum produto como preparação para o mega evento de futebol.

Trata-se de um oportunidade para os varejistas apostarem em diferentes canais, explorando estratégias omnichannel dentro do varejo físico e online.

“O omnichannel permite que o varejista esteja presente em mais de um canal de venda e proporcione uma experiência diferenciada para o consumidor, explorando as tecnologias disponíveis e planejando estratégias multicanais. Além de fazer o atendimento tradicional daquele cliente que prefere a compra presencial, o lojista também opera de outras formas, dentro dos conceitos do varejo moderno, com opções de entrega, estoque local para atender pedidos online, compra online com retirada na loja e vendas pelo Whatsapp, por exemplo”, explica Juliano Mortari, CEO da VarejOnline, ERP para gestão de lojas, franquias e pontos de venda.

O especialista cita como exemplo o aplicativo VO Closer, da própria empresa, usado para vendas pelo WhatsApp.

Pela solução, é possível divulgar produtos, fazer compras, realizar pagamentos online e retirar o produto em uma loja física.

“As vendas por Whatsapp já deveriam ser uma realidade do varejo, e a pandemia só reforçou essa necessidade, afinal, muitos consumidores investiram mais em compras online. Com a chegada gradual do 5G, o momento é de unir forças e apostar no atendimento multicanal”, sugere.

A Copa do Mundo entra nesse período como mais um estímulo a compra, por isso, é importante os varejistas estarem preparados para atender essa nova demanda.

Será preciso ir além e ter um bom aproveitamento de todas as plataformas disponíveis, explorando as oportunidades do omnichannel para poder manter o crescimento que acontece desde o primeiro semestre.

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Varejo digital é uma realidade inadiável https://economiasp.com/2022/09/22/varejo-digital-e-uma-realidade-inadiavel/ https://economiasp.com/2022/09/22/varejo-digital-e-uma-realidade-inadiavel/#respond Thu, 22 Sep 2022 17:50:22 +0000 https://economiasp.com/?p=3996

Por Stallin Silva, CEO da Stoom. O mercado de consumo tem passado por transformações importantes, não é mesmo? Tomando como exemplo o e-commerce, formato de vendas online extremamente popular entre os consumidores, a perspectiva é de que a tecnologia continue auxiliando empresas das mais diversas áreas a expandirem seus horizontes comerciais, sempre em prol de melhores resultados, atendendo o […]

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Por Stallin Silva, CEO da Stoom.

O mercado de consumo tem passado por transformações importantes, não é mesmo? Tomando como exemplo o e-commerce, formato de vendas online extremamente popular entre os consumidores, a perspectiva é de que a tecnologia continue auxiliando empresas das mais diversas áreas a expandirem seus horizontes comerciais, sempre em prol de melhores resultados, atendendo o consumidor onde ele estiver, seguindo preferências e exigências exclusivas à cada um.

Para o setor de varejo nacional, que lida com produções de grande escala, encontrar meios vantajosos de se comercializar produtos é uma prática recorrente. Afinal, se existe um espaço extenso a ser preenchido, em relação à demanda de um público engajado com sistemas digitais, é preciso garantir que todos os esforços estão sendo direcionados para a plataforma de e-commerce mais indicada. Nesse sentido, construir um varejo digital surge como uma opção viável, promissora e totalmente alinhada com o momento que vivemos.

Reflexos da pandemia e a consolidação do e-commerce

Os últimos anos, devido à pandemia de Covid-19, trouxeram novos paradigmas para o consumo em sua totalidade, afetando hábitos e expondo a importância de métodos de compra à distância. Com a necessidade de se acompanhar restrições e medidas de confinamento, a população brasileira teve de reinventar determinados comportamentos, e o e-commerce, além de proporcionar comodidade e segurança durante o período, ocupou um ambiente de avanço contínuo sobre diferentes setores.

Entretanto, também é fundamental mencionar que a evolução da área não parou por aí. Hoje, os números são positivos e apontam para um futuro de grandes possibilidades. Segundo dados divulgados pela Neotrust – Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital, o e-commerce brasileiro obteve um crescimento de 3,52% nas vendas de maio em relação a abril desse ano. Vale destacar que a projeção anual de 2022, feita pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), indicou um avanço de 12% para o setor.

Fato é que o comércio varejista encontra na inovação uma aliada de valor estratégico imensurável, especialmente no que tange o alcance e a escalabilidade do processo de vendas. Frente à busca por um atendimento personalizado e uma experiência enriquecedora para o usuário, todo o prestígio ligado ao tema acaba justificado, o que nos leva ao próximo tópico.

O caminho para fortalecer a presença no digital

As projeções são animadoras, os valores demonstram potencial e o componente digital nunca foi tão presente na rotina das pessoas. Afinal, diante esse cenário atrativo, como dar o primeiro passo e se estabelecer como uma empresa de varejo com imagem firmada na web? Atualmente, o cliente encontra condições de vivenciar sua compra e aproveitar uma experiência transformadora, mesmo no ambiente online. Isso só é possível por meio de um sistema adequado, que funcione como um verdadeiro ativo digital para o contratante.

Sem dúvidas, a ferramenta escolhida deve contar com funcionalidades compatíveis com os objetivos traçados. Isso significa optar pela construção de uma loja virtual customizável, ágil e com flexibilidade para absorver demandas, novidades e modificações que não deixarão de surgir. Nesse sentido, alguns critérios precisam pautar a escolha da solução, como o suporte de uma equipe de TI preparada, custo-benefício, análise de dados e a integração para melhores etapas de logística. 

Concluindo o artigo, para os varejistas, explorar todas as contribuições que o e-commerce oferece é sinalizar, de forma positiva, para oportunidades que vão desde a fidelização de novos clientes à criação de uma marca moderna, dinâmica e preparada para atender às exigências de um público consumidor cada vez mais consciente.

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4 formas que a inteligência artificial vai ajudar o varejo no próximo ano https://economiasp.com/2022/09/15/4-formas-que-a-inteligencia-artificial-vai-ajudar-o-varejo-no-proximo-ano/ https://economiasp.com/2022/09/15/4-formas-que-a-inteligencia-artificial-vai-ajudar-o-varejo-no-proximo-ano/#respond Thu, 15 Sep 2022 18:13:59 +0000 https://economiasp.com/?p=3832

Por Breno Barros, CTO da Falconi. Precificar melhor, diminuir quebras de estoque, prever demanda e personalizar o serviço de atendimento ao cliente. Esses são alguns exemplos do potencial do uso de inteligência artificial no varejo, seja no modelo físico ou até mesmo nos canais de e-commerce. Não olhar para a tecnologia pode representar uma renúncia […]

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Por Breno Barros, CTO da Falconi.

Precificar melhor, diminuir quebras de estoque, prever demanda e personalizar o serviço de atendimento ao cliente.

Esses são alguns exemplos do potencial do uso de inteligência artificial no varejo, seja no modelo físico ou até mesmo nos canais de e-commerce.

Não olhar para a tecnologia pode representar uma renúncia para muitos negócios. Dados do IDC mostram que a expectativa é que investimentos globais em inteligência artificial dobre atém 2024, alcançando a marca de US$ 100 bilhões só nos próximos dois anos.

Muito inspirado em modelos pioneiros trazidos por gigantes como a Amazon, varejistas passaram a olhar para as ferramentas tecnológicas como aliadas de uma gestão mais eficiente, produtiva e costomer centric.

Em mercados como o varejo, setor com grande escala de produtos e clientes, a generalidade das soluções de IA se tornam aptas para agir em diferentes frentes diante do dinamismo deste nicho de mercado.

Posto isso, empresas que buscam sair na frente em 2023 devem se atentar às possibilidades de uma tecnologia exponencial, capaz de trazer automatização e geração de insights com potencial para mudar o patamar de muitos varejistas brasileiros.

Para o trabalho dar certo, no entanto, é preciso dar um passo atrás na chamada transformação digital. O e-commerce, negócio que já nasce no ambiente online, larga na frente, pois sem a geração de dados digitalizados, torna-se complexo demais aplicar IA em busca de melhorias práticas. Não adianta querer pular etapas antes de estar pronto para explorar os limites da tecnologia.

Entre aquelas que já se encontram gerando dados massivos, no entanto, as oportunidades são incontáveis. Para destacar alguma delas, e mostrar que é possível aplicá-las em seus negócios ainda em 2023, apresento quatro vantagens do uso de IA no varejo.

PREVISÃO DE DEMANDA

Por meio da análise de dados, algoritmos podem ajudar varejistas a entender melhor seu estoque e, principalmente, a fazerem uma melhor gestão dele. Por exemplo, a IA tem capacidade para identificar padrões e anomalias, permitindo que os empresários se programem com antecedência, o que pode gerar economias e melhores negociações com fornecedores.

PRECIFICAÇÃO

Da mesma forma que a gestão de estoque otimizada, é possível também melhorar a precificação dos seus produtos. Levanto em conta pontos como concorrência, canibalização, promoções e comportamentos dos consumidores em uma escala pouco apta aos funcionários em razão da escala, as aplicações de IA são capazes de analisar produtos individualmente, gerando uma melhoria e um ganho dificilmente comparável ao trabalho analógico.

CLIENTE NO FOCO

Dentro do e-commerce, por exemplo, há também a questão da customização da experiência do cliente, com base em sistemas de recomendação. Por exemplo, a partir dos dados dos usuários e dos seus comportamentos de compra, é possível indicar uma lista de produtos “personalizada”, aumentando as chances de uma nova venda. Essa é uma das formas mais tradicionais de trazer o consumidor para o protagonismo do negócio.

IA NO ATENDIMENTO AO CLIENTE

Outro ponto que muitos não levam em conta é a capacidade de gerar canais de contato customizados com os seus clientes. A partir da análise de dados e de padrões, é possível saber quais são as melhores e mais assertivas formas de se conectar com seus consumidores, seja via e-mail, SMS ou contato telefônico, por exemplo.

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Involves vai reunir em SP grandes nomes da indústria e varejo no maior evento de trade marketing https://economiasp.com/2022/08/31/involves-vai-reunir-em-sp-grandes-nomes-da-industria-e-varejo-no-maior-evento-de-trade-marketing/ https://economiasp.com/2022/08/31/involves-vai-reunir-em-sp-grandes-nomes-da-industria-e-varejo-no-maior-evento-de-trade-marketing/#respond Wed, 31 Aug 2022 12:33:25 +0000 https://economiasp.com/?p=3466

A próxima edição do Involves Experience, maior experiência em trade marketing da América Latina, vai reunir profissionais referência nos setores de varejo, indústria, agências e distribuidoras. Entre os palestrantes confirmados estão Fabio Acayaba, diretor de trade marketing na Seara/JBS, Guilherme Mendes, gerente de merchandising da Danone, e Fernanda Dalben, diretora de marketing da rede de […]

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A próxima edição do Involves Experience, maior experiência em trade marketing da América Latina, vai reunir profissionais referência nos setores de varejo, indústria, agências e distribuidoras.

Entre os palestrantes confirmados estão Fabio Acayaba, diretor de trade marketing na Seara/JBS, Guilherme Mendes, gerente de merchandising da Danone, e Fernanda Dalben, diretora de marketing da rede de Supermercados Dalben.

O evento ocorre nos dias 13 e 14 de outubro, no centro de convenções Pro Magno, em São Paulo. Os ingressos podem ser adquiridos clicando aqui.

O evento é promovido pela Involves, empresa que desenvolve plataformas de inteligência artificial que impulsionam resultados do varejo e da indústria no ponto de venda.

“Quando a Involves começou ainda se falava pouco sobre trade marketing no Brasil. Com muita energia e investimento, trouxemos protagonismo para o tema e impulsionamos o mercado, garantindo que profissionais da área tivessem mais representatividade. E hoje o ecossistema de trade marketing tem como principal ponto de encontro o Involves Experience. Voltamos com força total para uma edição histórica”, destaca André Krummenauer, co-founder e CEO da Involves. 

A lista completa das palestras será divulgada em breve e, além das trilhas de conteúdo, os participantes também poderão aproveitar a feira de negócios.

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4 estratégias para reter o cliente no e-commerce e varejo https://economiasp.com/2022/07/25/4-estrategias-para-reter-o-cliente-no-e-commerce-e-varejo/ https://economiasp.com/2022/07/25/4-estrategias-para-reter-o-cliente-no-e-commerce-e-varejo/#respond Mon, 25 Jul 2022 20:08:42 +0000 https://economiasp.com/?p=2799

Atrair o cliente é muito importante, mas conquistar e reter é ainda mais essencial para qualquer negócio, seja no e-commerce ou no varejo. Chamar a atenção do consumidor não é uma tarefa fácil, já que necessita de investimento de tempo e dinheiro Porém, mantê-los ativos e comprando na sua loja, seja online ou física, também […]

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Atrair o cliente é muito importante, mas conquistar e reter é ainda mais essencial para qualquer negócio, seja no e-commerce ou no varejo.

Chamar a atenção do consumidor não é uma tarefa fácil, já que necessita de investimento de tempo e dinheiro Porém, mantê-los ativos e comprando na sua loja, seja online ou física, também é crucial para qualquer negócio. 

Pensando em auxiliar os empreendedores neste sentido, Juliana Vital, Global Chief Revenue Officer da  Nubimetrics, startup que empodera os sellers com dados inteligentes, explica alguns tópicos importantes para continuar conquistando clientes ao longo do tempo, e as estratégias que podem ser adotadas.

1. Preparar um anúncio claro e completo

Antes de tudo, pense que o seu anúncio é o primeiro ponto de contato com o cliente. É essencial que nele estejam todas as informações relevantes sobre o produto descritas de forma clara e objetiva e que inspire confiança nos compradores. As imagens e vídeos são essenciais sempre em alta qualidade e com muita variedade, muitas vezes é o diferencial onde o cliente pode encontrar todos os detalhes que são decisivos para compra. Para isso você precisa entender profundamente quais são os pontos do seu produto que são essenciais na resolução final, por exemplo, em algumas das imagens podem já especificar as medidas do produto, voltagem,  ou funcionalidade principal. Tudo isso facilita com que o consumidor, já na primeira visualização, tenha todas as informações essenciais e que o mesmo seja conquistado para fazer com que ele compre outras vezes do mesmo ou de produtos diferentes.

2. Tenha uma boa reputação de marca e produtos 

Uma excelente ferramenta para conquistar clientes e gerar vendas é a reputação, tanto dos produtos quanto da marca em si. Esse é um dos indicadores mais importantes para quem tem um e-commerce ou até um negócio de varejo, pois mostra ao público a qualidade dos produtos disponíveis e serviços. Além de influenciar no posicionamento dentro dos marketplaces, reflete diretamente nas vendas.  Assim, é essencial realizar um trabalho contínuo para sempre melhorar as avaliações, gerar mais confiança aos compradores. O aumento das vendas é consequência. 

3. Foque em atendimento de qualidade

Algumas ações como responder rápido e gentilmente são o diferencial do negócio para o público.  Isso porque, responder as perguntas é mais que tirar as dúvidas dos compradores, mas sim uma oportunidade única de conquistar esses usuários – que já estão prontos para comprar – e levá-los a escolher o nosso anúncio ao invés do concorrente. Além disso as perguntas dentro de um marketplace são fonte de informação e confiança para outros compradores, muitos lêem as respostas já publicadas para tirar alguma dúvida sobre o item, envio e também para entender o nível de qualidade desse vendedor.

4. Ofereça benefícios atraentes aos compradores 

Por último, é muito importante que os clientes considerem os seus produtos ao invés do concorrente. O público leva muito em consideração os benefícios oferecidos para a decisão. Alguns exemplos são frete grátis, diferentes meios de pagamento, parcelamento sem juros, etc. Além dos benefícios, é importante analisar a demanda e oferta dos produtos que você vende, pois existem muitos nichos desatendidos dentro dos marketplaces. Por isso, explore as oportunidades. Os combos são bons exemplos de uma tendência que cresce cada vez mais, ou seja, a oferta única de dois ou três produtos que geralmente são usados de maneira conjunta, como kits de skincare, para o consumidor facilita é uma única compra, um frete, o mesmo vendedor, pagamento, e além disso é possível muitas vezes ofertar um preço mais competitivo que também é uma vantagem ao consumidor. Logo, é necessário realizar um acompanhamento contínuo do mercado e da concorrência para examinar demanda e oferta, entender as estratégias dos competidores e quais são possíveis de adotar também no seu empreendimento, ou pensar em estratégias até mais vantajosas para os consumidores. 

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Omnichannel se estabelece como tendência no varejo, ajuda no crescimento do e-commerce e promove mudanças no comportamento do consumidor https://economiasp.com/2022/07/14/omnichannel-se-estabelece-como-tendencia-no-varejo-ajuda-no-crescimento-do-e-commerce-e-promove-mudancas-no-comportamento-do-consumidor/ https://economiasp.com/2022/07/14/omnichannel-se-estabelece-como-tendencia-no-varejo-ajuda-no-crescimento-do-e-commerce-e-promove-mudancas-no-comportamento-do-consumidor/#respond Thu, 14 Jul 2022 14:12:06 +0000 https://economiasp.com/?p=2560

Por Cristiano Koga, vice-presidente de vendas da FedEx Express para a América do Sul O omnichannel não é uma novidade, mas, com a pandemia, passou a ter uma relevância maior nas prioridades estratégicas dos varejistas. A possibilidade de fazer convergência entre canais de venda foi uma das maneiras que as empresas encontraram para manter seus negócios em […]

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Por Cristiano Koga, vice-presidente de vendas da FedEx Express para a América do Sul

omnichannel não é uma novidade, mas, com a pandemia, passou a ter uma relevância maior nas prioridades estratégicas dos varejistas. A possibilidade de fazer convergência entre canais de venda foi uma das maneiras que as empresas encontraram para manter seus negócios em um período no qual grande parte da população evitava sair de casa e aglomerações de pessoas. 

O uso de novos canais e tecnologias para aprimorar o omnichannel também ganhou relevância. A venda por meio do WhatsApp, em que vendedores conversam diretamente, e em tempo real, com seus clientes, é uma das facilidades que há poucos anos não existia e que chegou para ficar. Um levantamento feito pelo Serasa Experian apontou que as redes sociais foram os canais mais utilizados, pelas PMEs, durante a pandemia para a venda de produtos, com o WhatsApp na liderança, representando 72%. As grandes empresas também aderiram ao modelo. 

Ainda que não esteja avançado como nos EUA e na Europa, onde o uso do omnichannel é mais popularizado, no Brasil é cada vez mais comum esse estreitamento da relação entre online e offline. Consumidores já realizam compras pelo site da marca com opção de retirada do produto diretamente na loja física ou entrega em domicílio. Os motivos para a escolha da multicanalidade podem ser vários: custo do frete e tempo de entrega são dois deles. Há, ainda, quem prefira comprar em lojas físicas e receber em casa. Isso é o que mostra o estudo “Carat Insights: Projeções para o Varejo 2022″ realizado pelo Instituto Locomotiva. A pesquisa apontou que 70% dos entrevistados disseram que já escolheram essa opção em suas compras. 

O contrário também ocorre: usuários que vão até a loja física para experimentar um produto, mas efetuam a compra via loja online ou aplicativo. Não à toa, é cada vez mais comum marcas investirem em seus próprios showrooms, o que já é mais frequente, por exemplo, com as marcas de moda europeias. 

OMNICHANNEL EM NÚMEROS

Apoiadas pelo omnichannel, em 2021, as vendas em ambiente online cresceram no Brasil, faturando, segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), cerca de R$ 150 bilhões contra R$ 126 bilhões em 2020, um aumento de quase 20%. A previsão é de que em 2025, esse valor ultrapasse R$ 222 bilhões e atinja a marca de impressionantes 455 milhões de pedidos. É como se cada cidadão brasileiro fizesse pelo menos duas compras online no ano.  

Os anos de 2020 e 2021 também foram os primeiros em que as compras online via smartphone superaram as realizadas em desktops, o que demonstra uma mudança comportamental do cliente. Quando separados os consumidores por renda, a classe C ocupa o topo com 54,05% dos pedidos realizados no ano passado. Ainda de acordo com levantamento da ABComm, se destacaram os seguimentos de casa e decoração, eletrodomésticos, eletrônicos, informática, moda e acessórios e beleza e saúde. A região Sudeste lidera as compras com 55% do total. 

Há muitas oportunidades para crescer quando falamos em omnichannel. Investir em diferentes modalidades é, portanto, fundamental. Também é preciso aprimorar a logística reversa. No Brasil, já há pontos de coletas em lojas, mercearias, postos de gasolina, entre outros, a fim de facilitar a vida do consumidor que deseja trocar ou devolver o produto adquirido. Entretanto, não é algo pulverizado além dos grandes centros. Além disso, não contar com um processo de devolução de mercadoria bem estruturado pode estar em desacordo com o Código de Defesa do Consumidor. 

NOSSO PAPEL

A FedEx é uma facilitadora do omnichannel. Atualmente, contamos com cerca de 100 filiais no Brasil, sendo que 40 delas também são Centros Logísticos. Inauguramos, em 2020, o centro logístico de Cajamar (SP), que tem a maior infraestrutura da América Latina e uma das maiores do mundo para a FedEx (50 mil m²). Ele é totalmente equipado com a mais moderna tecnologia para oferecer serviço fullfilment para o mercado de e-commerce em todo o Brasil.  

Nele, contamos com um sorter, sistema de classificação automática de pedidos, que possui 2km de esteiras automatizadas e faz a seleção de pacotes a partir da leitura de código de barras, além da estrutura de Put-to-Light que auxilia a operação durante o processo de consolidação dos pedidos. O sistema faz a gestão completa dos volumes, direcionando-os para as diferentes rotas de distribuição. Essa tecnologia traz benefícios no atendimento fulfillment dos pedidos, desde a separação até a embalagem e triagem final, o que é um fator-chave para atender a agilidade que o mercado de e-commerce necessita e que os consumidores, atualmente, demandam.  

Portanto, enquanto omnichannel cresce e se estabelece no Brasil, a FedEx investe em tecnologia e processos para acompanhar essa demanda e auxiliar seus clientes na oferta de uma melhor jornada ao consumidor. As empresas que conseguirem ampliar o uso da tecnologia em suas estratégias comerciais terão mais chances de se destacarem neste novo mercado no qual a multicanalidade é um dos caminhos para o crescimento das vendas. 

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Magalu chega a R$ 14 bilhões em vendas no primeiro trimestre https://economiasp.com/2022/05/16/magalu-chega-a-r-14-bilhoes-em-vendas-no-primeiro-trimestre/ https://economiasp.com/2022/05/16/magalu-chega-a-r-14-bilhoes-em-vendas-no-primeiro-trimestre/#respond Tue, 17 May 2022 00:15:36 +0000 https://economiasp.com/?p=1651

O Magalu, empresa que está digitalizando o varejo brasileiro, acaba de divulgar os resultados financeiros do primeiro trimestre. O principal destaque do período foi a recuperação das margens, resultado de uma série de medidas adotadas pela liderança nos últimos meses a fim de adaptar a operação ao atual cenário econômico.  A margem bruta atingiu 27,8%, […]

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O Magalu, empresa que está digitalizando o varejo brasileiro, acaba de divulgar os resultados financeiros do primeiro trimestre.

O principal destaque do período foi a recuperação das margens, resultado de uma série de medidas adotadas pela liderança nos últimos meses a fim de adaptar a operação ao atual cenário econômico. 

A margem bruta atingiu 27,8%, aumento de 2,7 pontos percentuais em relação ao primeiro trimestre do ano passado. O EBITDA ajustada ficou em 5% no período, com sinais de evolução.

“A evolução da margem é fruto da busca do equilíbrio entre crescimento e rentabilidade, sobretudo no setor de bens duráveis, no qual somos líderes. A empresa volta a um patamar de margens que só uma operação multicanal como a nossa consegue garantir”, destaca Frederico Trajano, CEO do Magalu.

No primeiro trimestre do ano, as vendas totais da companhia, incluindo lojas e e-commerce, ultrapassaram R$ 14 bilhões, crescimento de 84% da operação nos dois últimos anos.

O e-commerce total, vendas de produtos de estoque próprio e dos sellers do marketplace, avançou 16% na comparação anual. As vendas online atingiram R$ 10,2 bilhões, o que representou 72% das vendas totais no período.

O marketplace continua a acelerar, isso porque as vendas dos 180 mil parceiros presentes na plataforma somaram R$ 3,6 bilhões, alta de 50% em comparação ao ano anterior. Com isso, o marketplace já corresponde a mais de um terço de tudo o que é vendido nos canais digitais da empresa.

O primeiro trimestre do ano também foi de boas notícias para as lojas físicas. As vendas das mais de 1.400 lojas atingiram quase R$ 4 bilhões e foram 6% superiores às registradas no mesmo trimestre do ano passado.

NOVAS RECEITAS E FINTECH

No primeiro trimestre, a KaBuM! passou a fazer parte definitivamente do Magalu, com vendas consolidadas e produtos disponíveis para os 37 milhões de clientes da empresa. No período, vendeu quase R$ 1 bilhão e gerou R$ 50 milhões em lucro líquido. 

Em março, houve o lançamento do Compra Junto, nova modalidade de compra, incorporada ao SuperApp Magalu. Nele, os consumidores se unem em grupos, compartilham ofertas com suas redes de contato e, assim, conseguem aproveitar percentuais de descontos exclusivos.

Um dos principais destaques do período também foi a Fintech Magalu, marca recém-lançada que integra todas as operações financeiras feitas pela companhia e as empresas adquiridas nos dois últimos anos (Bit55, Stoq e Hub Fintech).

A nova estrutura de serviços financeiros cresceu 89% no trimestre. Foram R$ 21 bilhões em volume total de transações processadas, com avanço de 50% no de cartão de crédito, que atingiu R$ 12 bilhões nos primeiros três meses do ano. Atualmente, o negócio tem mais de 7 milhões cartões de crédito emitidos e R$ 19 bilhões em carteira de crédito. 

O braço financeiro do ecossistema Magalu reúne 16 milhões clientes únicos, somando 9 milhões de contas digitais, o que o coloca entre uma das dez maiores fintechs do país.

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5 tendências do varejo de moda para 2022 https://economiasp.com/2022/02/23/5-tendencias-do-varejo-de-moda-para-2022/ https://economiasp.com/2022/02/23/5-tendencias-do-varejo-de-moda-para-2022/#respond Wed, 23 Feb 2022 11:45:55 +0000 https://economiasp.com/?p=771

Nos últimos anos, a incorporação da tecnologia no dia a dia do varejista revolucionou a maneira como o segmento opera e se relaciona com seus clientes. Por conta de um cenário singular da pandemia, além de ter consumidores cada vez mais exigentes, o setor teve que passar por uma transformação, principalmente no processo de compra […]

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Nos últimos anos, a incorporação da tecnologia no dia a dia do varejista revolucionou a maneira como o segmento opera e se relaciona com seus clientes.

Por conta de um cenário singular da pandemia, além de ter consumidores cada vez mais exigentes, o setor teve que passar por uma transformação, principalmente no processo de compra e venda.

Especificamente o varejo de moda passou por adaptações e novos processos, com o objetivo de estabelecer novas formas de criar vínculos com seu cliente. 

Para os lojistas de roupas, calçados e acessórios, uma mudança aconteceu, que implicou diretamente na reestruturação do negócio ligadas à tecnologia, agregado a entregas mais ágeis, experiência e capacidade de adaptação.  

Para Alex Marques, diretor comercial da Data System, empresa do setor de desenvolvimento de softwares para lojas de calçados e roupas, o varejo teve um impacto grande e passou por mudanças, principalmente, em sua essência, que está ligado em promover o encontro físico entre o consumidor e o produto. 

“O período pandêmico despertou a necessidade do lojista implementar de forma ágil outros canais de atendimento, principalmente, utilizando o digital. E, mais do que isso, o próprio consumidor teve que se adaptar a esse novo canal.  Então, além de utilizar tecnologia, é preciso saber implementar os processos da maneira mais eficiente aplicando a tecnologia como meio”, destaca.

Ele listou 5 tendências que devem estar no radar dos lojistas de calçados e roupas para 2022: 

Transformação do mindset dos gestores

Para a transformação digital trazer resultados concretos para as redes de lojas e não desperdiçar recursos, deve envolver uma transformação no mindset dos gestores. Um pensamento digital não é apenas a capacidade de usar a tecnologia, pelo contrário, é um conjunto de atitudes e comportamentos que vão permitir que a sua empresa desenvolva novas formas de atuar no mercado. Correr mais riscos, colocar ideias em prática, aprimorar os processos em tempo real, testar, experimentar e medir resultados, estão entre as principais ações que o lojista deve realizar. É importante quebrar o paradigma de que a introdução de novas tecnologias precisa ser algo complexo.

Desmistificando o multicanal 

O conceito de omnichannel (multicanal) garante os diferentes canais de atendimento do varejo de moda integrados para melhorar a experiência do cliente.  Não importa o tamanho do investimento no digital ou a quantidade de canais disponíveis, vale  unir o online e offline para ambos trabalharem como parte da mesma estratégia. O mesmo cliente que tem o costume de frequentar a loja física, também quer opções de compras pelo computador ou celular, esse hábito foi impulsionado principalmente em tempos de isolamento social e muitas vezes uma compra na loja física começa com pesquisas nos canais digitais.  

Loja física como centro de distribuição  

Dentro da operação multicanal, a estratégia envolve a integração do canal físico e virtual para oferecer comodidade e conveniência ao consumidor. Além disso, a segurança, automatização e agilidade na operação são benefícios evidentes para o negócio. Para isso, quando se trata de loja virtual é fundamental ter o e-commerce integrado ao sistema de gestão. No varejo internacional, o conceito de “compre on-line, retire na loja” já faz parte do cotidiano dos varejistas brasileiros como uma forma de persuadir o cliente virtual até o ponto de venda para ser impactado por alguma oferta ou ação de marketing, que o leve a fazer novas compras. Por meio de um sistema capaz de localizar a origem de cada pedido, é possível identificar a loja mais próxima do cliente para atendê-lo com agilidade e menor custo. 

Meios de pagamento digitais

O novo cenário de adaptação, causado pela pandemia, faz com que as tecnologias de pagamento remoto se tornem essenciais para a operação varejista. Quanto mais opções a marca oferecer para o cliente pagar remotamente com rapidez e segurança, melhor será a experiência. Isso inclui, por exemplo, os pagamentos por link. Os consumidores migram rapidamente do tradicional dinheiro físico, como moedas e cédulas, para os pagamentos digitais. Vale ressaltar que o hábito de pagamento com moedas digitais, no PDV (ponto de venda) da loja física, é uma tendência para 2022. O pagamento por criptomoedas, carteiras digitais e PIX, trazem praticidade, agilidade e segurança para o cliente, no momento de finalizar a venda, por isso, é importante considerar a integração desses recebimentos ao sistema de frente de loja. 

Ferramentas para Controle e Gestão  

De maneira geral, a pandemia acelera a busca por soluções de melhoria na produtividade nas empresas.  Uma pesquisa feita pela KPMG constatou que para 40% dos executivos brasileiros, o processo de transformação digital, que levaria alguns anos, acabou acelerado em meses após a chegada da pandemia. Isso reforça uma das medidas mais importantes na transformação do negócio numa loja de varejo de moda: contar com um software capaz de otimizar a gestão do PDV, estoque, compras, vendas e finanças de forma inteligente e integrada. É preciso buscar uma ferramenta flexível e capaz de se adaptar às necessidades específicas da sua rede de lojas. Certifique-se de que gere relatórios gerenciais, que sejam estratégicos na tomada de decisões e possibilite a integração de novas tecnologias e inovação rapidamente. O sistema deve facilitar a adoção de novas formas de pagamento digitais, vendas via delivery, integração com plataformas de e-commerce e ferramentas de business intelligence para a evolução tecnológica ser contínua. 

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