Hospitais melhores para mais brasileiros!

Durante a condução do processo que nos levou ao atual posicionamento de marca, discutimos muito sobre o papel que o investimento em infraestrutura hospitalar deveria exercer a luz da realidade brasileira em saúde, especialmente no setor público.

Naturalmente, se o assunto é investimento, parece óbvio que a contribuição mais clara é a financeira. Não deixa de ser, também.

Em saúde pública existe um senso comum de que o cobertor é curto e que há uma relação direta entre dinheiro e qualidade no atendimento.

Mas, ao analisarmos a transformação que pudemos entregar aos dois hospitais públicos que hoje cuidamos, fica claro que é na gestão onde o setor privado tem espaço para agregar mais, perseguindo a eficiência e fazendo com que o mesmo recurso, bem usado, possa servir a mais e mais pessoas.

Por isso, decidimos que o nosso propósito seria hospitais melhores para mais brasileiros, onde somos responsáveis pela relação causal entre a melhoria na gestão e a ampliação na acessibilidade.

Essa frase resume a crença naquilo que buscamos. Investir fortemente na gestão provoca transformações positivas que possibilitam estender a mais pessoas, com os mesmos recursos de antes, o acesso a recursos de excelência em saúde.

Em uma infraestrutura que funciona com qualidade o corpo clínico é capaz de entregar mais ao paciente do SUS, que usufrui de uma experiência que não deve nada aos melhores hospitais privados do país, como os cidadãos de Manaus e Belo Horizonte vêm experimentando nos hospitais Delphina Aziz e no Dr. Célio de Castro, respectivamente.

De forma bastante objetiva, quando higienizamos e liberamos de forma mais rápida um leito ou uma sala de cirurgia para que esteja pronta para receber um novo paciente, estamos gerando maior disponibilidade sem gastar um centavo com a construção de leitos e salas adicionais.

Quando reduzimos para próximo a zero a perda de medicamentos ao longo do processo de logística interna dentro de uma unidade hospitalar, estamos liberando recursos extras para serem aplicados no atendimento de mais brasileiros. Isto é, mais disponibilidade com qualidade para mais brasileiros. 

Neste contexto, temos nos dedicado ao que chamo de obsessão por processos e procedimentos. Nossa concessionária de BH, a ONM, recentemente passou pela auditoria de recertificação que mantém nosso compromisso com os selos ISO 9001 e 14001.

Ainda no hospital de BH, temos sido recorrentemente procurados por entidades setoriais, universidades e empresas privadas de saúde, interessadas em conhecer nossos métodos de automação e digitalização, que propiciaram ganhos expressivos na gestão beira-leito, nutrição, limpeza e dispensação de medicação.

Em Manaus, no Delphina Aziz, acabamos de conquistar o selo de qualificação da Organização Nacional de Acreditação (ONA).

Fomos a primeira empresa brasileira de serviços não-clínicos de infraestrutura hospitalar a obter a acreditação ONA, comprovando que cumprimos ou superamos, em mais de 70%, os padrões de qualidade e segurança definidos. 

A ONA tornou-se referência nacional e internacional, com metodologia reconhecidamente sólida e confiável, que se compromete tornando possível o processo de melhoria contínua, qualidade e produtividade.

É largamente incorporada na cultura de qualidade do setor de saúde. No Brasil, tem como representante a Fundação Carlos Alberto Vanzolini, responsável pela condução do processo de avaliação da unidade de saúde.

Foram avaliados os serviços de Engenharia Clínica, Higienização, Nutrição e Processamento de Roupas e Produtos. Também temos o objetivo de auxiliar na extensão da acreditação ONA aos serviços clínicos da unidade hospitalar de Manaus, em estreita parceria com o corpo clínico. Quem ganha com a busca incessante destas sinergias e oportunidades de melhoria: o usuário do SUS.

Nosso trabalho, alinhado ao nosso Própósito, aumenta o impacto positivo do investimento privado na saúde pública e expande a oferta de alta qualidade, proporcionando uma experiência positiva e sem igual.

Mostramos que trabalhar para garantir a alta disponibilidade da infraestrutura é essencial e parte complementar à atividade clínica.

Quando conseguimos estabelecer a cooperação e alinhamento entre o provedor da infraestrutura e o corpo clínico, fazendo com que ambos andem juntos, com a constante perseguição da melhoria em todos os detalhes, criamos e entregamos valor para toda a sociedade.

E o melhor disso tudo é que este modelo é absolutamente replicável para todos os setores da saúde, seja em hospitais geridos através de PPPs, hospitais filantrópicos ou privados que atendam pelo SUS e até mesmo hospitais privados que atendam a usuário da saúde suplementar, ou seja, os planos de saúde.

Bom, mas isso certamente é um tema que merece um espaço maior de debate e que certamente voltaremos a discutir aqui em um futuro próximo.

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